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afonsonunes

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Segundo me pareceu ler numa notícia daquelas que se vão tornando imprescindíveis ao nosso quotidiano, o Sporting tem um grave problema com um ex-acessor de José Sócrates. Como não entendi bem, imagino.

Ora vamos lá ao caso. É sabido que José Sócrates é do Benfica, tal como também é sabido que o presidente do Sporting anda engalfinhado com o presidente do clube da Luz. Daí que o ex-acessor esteja ali a mais.

O noticiarista não teve coragem de contar a história apenas com os seus dois intervenientes. Bruno e Vieira. Sócrates e o seu ex-acessor são dois acessórios para ver se pega dali algum indício ou uma preciosa provinha.

Ou ganhar a simpatia, ou algo mais, de quem está recetivo a tudo o que possa botar fumo. O noticiarista ainda podia fazer uma ligação muito mais interessante. Meter o Pinto da Costa, que é um dos que já foram a Évora.    

É evidente que só podia ter ido a Évora visitar um benfiquista. Logo, também está em conflito com o sportinguista Bruno. Já não lhe basta o Vieira. Portanto, a que propósito aparece na notícia, o ex-acessor.

Começo a recear que me suceda qualquer coisa se, por acaso, me cruzar em qualquer sítio com qualquer destas individualidades. Hoje em dia já não há nada, que não estabeleça uma relação. Um conluio. Um perigo.

Se um marmanjo qualquer é do Benfica, é mau porque Sócrates também é, e Bruno afina. Se o marmanjo for do Porto, o Bruno desafina e denuncia o Sócrates. Se o marmanjo for do Sporting, prende-se o dito ex-acessor.

Agora sou eu que já estou a entrar pelo campo do noticiarista. Mas não tenho culpa nenhuma, pois isto está uma epidemia. Ou uma pandemia. A gente já não se salva. Estamos cercados como o Bruno. Todos contra nós.

 

17 Fev, 2015

RESPONSABILIDADE

 

A responsabilidade é uma coisa muito bonita. Cada um deve assumir a sua, em todos os atos que pratica e em todas as decisões que toma. Mas também há quem assuma a responsabilidade por aquilo que outros fazem.

É muito bonito quando alguém se solidariza com quem comete um erro. E diz que assume a responsabilidade pelo que o outro fez. Só que isso é muito feio quando havia que remediar, em lugar de continuar o erro.

Como é evidente, a assunção da responsabilidade implica aceitar as consequências que daí resultarem. Se forem praticados atos ilegais, a responsabilidade cobra-se com a sujeição às penas previstas na lei.

Parece que há quem pense que, ao assumir a responsabilidade por qualquer decisão, mesmo errada, já está a coberto do devido julgamento. Nem o mais poderoso dos cidadãos pode ter tal privilégio. Se errou paga.

Até porque os detentores e defensores desse privilégio, gostam muito de dizer alto e bom som, que ninguém está acima da lei. Falta-lhes dizer, nem eles próprios. Esta reflexão está a ser cada vez mais necessária no país.

Todos dizemos que vivemos num estado democrático. Daí que também todos possamos dizer que o estado democrático está a funcionar para todos igualmente. Essa responsabilidade é coletiva. E sem exceções.

Se eu estiver a violar uma qualquer lei, não me bastará alegar que assumo toda a responsabilidade, para que a justiça me deixe em paz. Tenho direito à paz, mas se não estiver a fazer guerra a qualquer outro cidadão.

Porque todos os cidadãos têm direitos, por igual, sem que qualquer julgador tenha o seu direito de julgar apenas e só, pelo que tem dentro da sua cabeça. Ainda que, com ar infalível, assuma toda a responsabilidade.

16 Fev, 2015

NÃO ESTÁ CERTO

 

Embora estejamos em pleno carnaval, daí que ninguém leve a mal, tenho para comigo que isso não justifica as injustiças que aparecem nos corsos. Todas as figuras públicas têm o mesmo direito a aparecer nas palhaçadas.

Mas não é isso que acontece. É certo que se vê por lá o Passos e o Portas. O Cavaco nem por isso, não percebo porquê. Será que os dois governantes são mais importantes que o presidente? Quando muito, são os três iguais.

Refiro-me à importância em termos de interesse atribuído a cada um deles no seu aparecimento público. Ou seja, o gosto que os portugueses terão em vê-los nestes festejos. Sim, porque fora das festas não são vistos.

Por exemplo, não está certo que apareça o Sócrates, um homem que está fora de circulação. Será que o consideram importante? Parece-me que muito mais importante seria apresentarem um juiz e um procurador.

Se o carnaval serve para mostrar as grandes figuras que se distinguiram ao longo do ano, as omissões são intoleráveis. Os responsáveis por elas deviam ir dentro preventivamente até se descobrir a sua origem e fins.

Qualquer dia o carnaval acaba desacreditado. Vamos lá supor que nos corsos aparecem só pessoas desinteressantes como o Maduro ou Marco Costa. Seria o mesmo que voltar ao tempo em que só se viam carroças.

Outro tipo de pessoas interessantes, que lamentavelmente não aparecem, como a Maria Luís, a Assunção Cristas e Paula Teixeira da Cruz, constituem ausências só suplantadas pelas incoerências e injustiças do governo delas.

Ao menos nos festejos do carnaval, que se evitem as situações que são o pão nosso de cada dia. Senão, lá virá o tempo em que vale sempre tudo, exceto nos corsos desta época. Ninguém pode nem deve ser discriminado.

Receio eu, e os portugueses também, que o carnaval acabe nas ruas e passe para o interior das prisões. Isto, claro, quando todas as pessoas importantes estiverem lá dentro e nas ruas apenas se veja pelintrice.

15 Fev, 2015

COLA E DESCOLA

 

Acho muita piada aos profissionais da nossa praça do comentário político quando se debruçam sobre as reais possibilidades dos representantes partidários chegarem aos lugares em que cada um os deseja ver.

É frequente ouvir dizer com toda a propriedade que Costa não descola. Como sou um bocadinho atrasado, não percebo bem o que tão sensatas observações querem dizer em concreto. Talvez, que ele não vai chegar lá.

Eu também podia dizer que a colada trindade política que conduz o país, não descola do erro que a norteia. Ou que eles, os três, não descolam uns dos outros. Ou, quando dois deles, nos dizem que cola vão usar agora.

É evidente que Costa não cola com o desejo deles de uma descolagem para baixo dos níveis de quem agora olha de baixo para cima. Também não cola com o receio de quem está à espera de uma descolagem final.

Mas, mais certo que tudo, é a colagem dos adversários de Costa aos números que já vêm de há muito tempo, em descida permanente. Apesar de andarem a prometer uns bónus diários ao ritmo de um em cada dia.

Claro que eles, os que falam em descolagem, não perdoam a Costa que lhes tenha destruído o Seguro de vida garantida. Mas que saudade eles têm desse tempo. Sempre gostaram de falar de facilitismo. Que se foi.

Também não dizem, porque não veem, ou não querem ver, onde teria colado o seu ídolo Seguro, se ainda lá estivesse. Também desconhecem que hoje há mais dois partidos na mesma área política. Pois é. Não veem.

Sei perfeitamente que tudo isso faz parte do momento. Quando não há argumentos de vitória, arranjam-se argumentos de derrota. Há pois que transferir esses argumentos para o adversário. As derrotas são amargas.

Obviamente que tudo isto que digo e o que eles pensam e dizem, pode estar a pecar por prematuro. Resultados, só no fim. Mas, é um facto que já nos acostumámos a ver tudo falseado antes do tempo. Campanhas…

 

Confesso que não sei quantas línguas fala o nosso segundo mais alto representante. Não sei mesmo se ele fala o português corretamente, atendendo às constantes divergências entre o que diz e a realidade.

Ainda agora cometeu mais uma incorreção com os gregos sobre o nosso apoio. Ao que parece, também originado por não ter entendido bem a língua inglesa de um jornal. Logo, devia ter falado aos gregos em inglês

Mas tudo indica que o seu alemão é corretíssimo. É ver que não há a menor divergência entre o alemão dele e o da sua mestra germânica. É ver como ele se mostra à vontade nas fotos que nos chegam de Berlim.

Nas reuniões em que ambos participam, não se vê com eles nenhum intérprete, quer do lado dele, quer do lado dela. Nem tão pouco se vê aquela gesticulação que ele tão bastas vezes utiliza quando fala ao país.

Talvez por isso os portugueses entendem tão mal o que ele lhes diz. E que a chanceler o entende tão bem, e ele a ela. Sem gestos braçais já gastos, a conversa é bem mais profícua. É preciso falar melhor e gesticular menos.

E, já agora, também é notório que já não consegue falar numa posição vertical correta. O seu estado normal quando discursa ou fala, tende para uma curvatura frontal do corpo, igual à daquelas pessoas deferentes.

Lá fora ainda se compreende, pois ele não encontra outra maneira de ser escutado, quando o é. Mas, cá dentro, não era necessário. Só pode ser um hábito adquirido na boa escola alemã, pois cá, ele não pede: determina.

Hoje, estranhei o facto de Passos não ter ido a Roma. Talvez por causa da língua. Compreendo que Portas tem mais perfil de crente. Por isso lhe coube acompanhar o devoto MNE. Mas devem ter-se confessado antes.

 

Portugal e a Europa precisavam de um forte abanão para acordar quem teima há muito tempo em não querer encarar a realidade da vida das pessoas que cada vez têm menos voto na matéria. Que é a sua vida.

A Grécia teve a coragem de intensificar os sinais que já vinham de trás. Soube lê-los e não hesitou em mostrar à Europa que o caminho que ela tem seguido só pode terminar no abismo. E mostrou outro bem diferente.

Certamente que não conseguirá impor o seu trajeto como desejaria. De qualquer forma, o alerta está dado e o futuro dificilmente será como tem sido o passado recente. A lição da Grécia já criou raízes que vão crescer.

Há quem diga por aí que é um perigo haver por cá quem nos queira aproximar da Grécia. Mas também há quem replique que o maior perigo é querermo-nos afastar da Grécia. Tudo depende daquilo de que se fala.

A nossa aproximação à Grécia, no que toca à coragem de quem tem obrigação de defender os portugueses das consequências desta austeridade, seria um grande benefício e não o desastre que se apregoa.

Até parece estar a vir ao de cima a natural veia filosófica grega, contra a bastarda aldrabice de uma certa casta lusitana. Felizmente que há muitos portugueses, parece que cada vez mais, a preferir a boa filosofia grega.

Portugal nem sempre foi como está agora. Fala-se muito de valores. Pois, há valores de toda a ordem que voaram rumo aos astros. Pena é que com eles, não tenham seguido os seus promotores, defensores e beneficiários.

Mas esses ficaram por cá, porque sem esses valores, quem ficou valorizado, foram eles. E a filosofia dos gregos quer que rapidamente esses valores voltem. Valores de justiça, de solidariedade e humanidade.

A filosofia dos direitos para todos os cidadãos, contra a tirania do esmagamento de quem não pode defender-se dos ataques ao que é seu. Contra a força crescente e imoral que pretende calar as vozes mais fracas.

A Grécia está a ensinar à Europa como deve pensar diferente. Portugal devia estar do lado dos mais fracos, face à sua fraqueza. E esse lado, é o lado correto para tentar defender a grande maioria dos portugueses.

12 Fev, 2015

A BOLSA E O BOLSO

 

Para gente acima do nível predominante na sociedade portuguesa, a Bolsa é aquela casa onde se não joga a feijões, como muita gente sabe. Para os que nem sabem o que isso é, limitam-se a pensar numa bolsa de merenda.

Mas ainda há aqueles que já nem conhecem bolsa nenhuma. Nem a do jogo, nem a da merenda, pois agora são quase todos a usar a marmita em lugar da bolsa. Sinais dos tempos. Até há bolsas conhecidas por mochilas.

Haverá muita gente que nunca se apercebeu desta coisa das bolsas que até servem para trazer o dinheiro. Mas não de quem está integrado em bolsas de pobreza. Porém, há gente mais idosa que sabe isso tudo.

Hoje ouvi falar da bolsa dos portugueses que viram algumas mãos alheias, introduzir-se nelas com todo descaramento. Fiquei na dúvida se essas bolsas seriam os bolsos dos infelizes que se viram com eles despejados.

Esses infelizes, agora considerados otários a quem se pode meter as mãos nos bolsos, sem qualquer contestação, são os moles desta sociedade acomodada que emprenha pelos ouvidos e aplaude as torturas que sofre.

Os duros são aquela nata que se permite tomar posições sobre os moles, que lhe permitam depois curvar a espinha obedientemente perante quem lhes garante a continuação de força e de poder abusivo sobre o povo.

Sobre o povo que de tão massacrado já nem levanta a cabeça para não ter que os encarar. Não só pela dureza, mas por serem impiedosos. Até para com os povos que os enfrentam e não lhes temem a dureza do olhar.

A confusão entre bolsa e bolso pode até ser geracional. A idade de alguns duros, pode ter outras memórias e outra noção de relações solidárias e mesmo até de alguns egoísmos perigosos. Para esses, ainda há cura grátis.

 

 

11 Fev, 2015

O CONTABILISTA

 

Contabilista é aquele que faz contas. No mínimo, temos de fazer de conta que as contas dele batem certo. Para que isso aconteça, temos de acreditar naquilo que o contabilista nos diz, mesmo sem prova dos nove.

Ele próprio pode fazer parte de um número com alguns algarismos o qual, multiplicado por muitos, dará um outro número, este astronómico, à escala dos que têm muitos zeros à direita. Dos que fazem mossa no país.

É evidente que o contabilista não tirou o seu curso para falar das suas contas. A especialidade dele é falar das contas dos outros. E, como ele gosta de falar de contas erradas, na convicção de que ninguém o topa.

Há contabilistas que sabem tratar da sua vidinha com aquele ar sério, sem se rir, claro, acabando por acumular riqueza, na mesma proporção em que os seus clientes a perdem. Quando estes se apercebem do truque, é tarde.

É tarde de mais, pois após as contas apresentadas, os clientes não têm qualquer hipótese de as contestar, mesmo que o contabilista tenha dissertado largamente sobre velhas e bolorentas teorias de deve e haver.

Não raras vezes a clientela vê-se grega para o entender. Até parece que ele fala um dialeto que nem os gregos entendem. Mas também não lhes interessa o que ele diz, nem o desacerto das contas que tão mal faz.

Diriam os gregos que sempre estiveram habituados a que os contabilistas mais novos seguissem os conselhos dos mais velhos. Mas aqui, passa-se exatamente o contrário. O aprendiz de contabilista é que faz as contas.

 

10 Fev, 2015

TANTA MASSA!...

 

E eu a julgar que só havia um de dois engenheiros em Portugal com milhões a dar com um pau. Afinal ando muito distraído, pois ‘milhionários’ há por aí como mato em terras incultas. Só que andam por lá a voar.

Ao que parece os franceses são muito mais rápidos que os portugueses, pois já estão no rasto de um dos maiores. É muito estranho que os portugueses nem sequer consigam distinguir o engenheiro rico do pobre.

Não sei se os franceses já descobriram a profissão do perseguido ricaço. Palpita-me que não é nenhum empresário ou gestor português, pois não temos cá nenhum desse género. Muitos são ricos, mas todos são sérios.

Muitos já passaram por alguns governos, mas saíram de lá todos a pedir esmola. Portanto, por aí, nada a investigar. Nem em Portugal nem na França. Até porque já dá muito trabalho a investigar dois engenheiros.

Estou cá desconfiado que os franceses estão a investigar a pessoa errada. Ainda não se aperceberam de que um motorista português andou por lá com um carro carregado de malas repletas de dinheiro. Um balúrdio.

Aí, os portugueses bateram os franceses. Parece que prenderam o motorista que os franceses nem sabiam que existia. E não sabem ainda agora, pois se ele estiver preso cá, não pode ser preso pelos franceses.

Temos de concordar que seiscentos e tal delinquentes tugas cheios de massa e à solta, é muito vigarista. Alguns já fugiram de cá. Ai, não. Se não se punham a pau, ainda lhes iam perguntar onde arranjaram tanta massa.

Mas, era só susto, porque em Portugal não há possibilidade de ir além de dois engenheiros. Portanto, os outros, até fizeram mal em ir-se embora, pois aqui estavam seguros. Lá fora, em França, em Angola… Cuidado!

Porém, nem tudo é desencorajador. De dois presos em Portugal, tudo o indica, só um deles vale mais milhões que todos aqueles que vieram agora para a ribalta. O outro é desperdício. Logo, está tudo bem controlado.

 

09 Fev, 2015

O CREMATÓRIO

Não me surpreenderia se, de um momento para o outro, desaparecessem os dois submarinos comprados à Alemanha. Tem desaparecido tanta coisa que com eles se relaciona, que se torna necessário guardá-los muito bem.

Principalmente, é preciso que Portas não perca de vista as viagens que Ana Gomes faz a Lisboa, vinda de Bruxelas. Ela é bem capaz de, por artes mágicas à estatura de Portas, fazer desaparecer misteriosamente os ditos.

É sabido que Portas faz desaparecer documentos com uma limpeza que espanta. Só Ana Gomes se não espanta com essa proeza. Talvez porque ela seja capaz de subtrair ao mar, os dois submarinos das faturas falsas.

Ana Gomes sabe que só encerra a polémica desta portaria, se fizer desaparecer os submarinos, do mesmo modo que desapareceram os papéis que eles geraram. Ora isso não é fácil, pois só vê Portas fechadas.

Ana não desiste de encontrar uma saída e Portas não se cansa de reforçar a entrada à bisbilhotice. Se for necessário, fará o mesmo que o presidente. Dirá que tudo isso é sigiloso e ponto final. Não se fala. Não se discute.  

Se ainda assim houver necessidade, Portas culpará o seu Citius pelos desaparecimentos. Ou arranjará maneira de culpar um presidiário por tão misteriosos roubos. Ele sabe a dor sofrida pelos danos que lhe imputam.

Vai já dar ordens para que o seu gabinete seja dotado de um crematório sem fumos, a fim de queimar tudo o que cheire a mar. Sabe que corre o risco de lhe cheirarem tudo em busca de vestígios de algas, ou de algo.

Segundo consta já se está a criar o hábito de escutar conversações atrás de Portas. Só não sei como é que Ana Gomes as ouve em Bruxelas. Mas devem chegar lá deturpadas. Ou só chegam lá as cinzas do crematório.

Dado que Portas está coligado com Passos, seria natural que partilhassem o crematório, pois ambos têm o mesmo problema. Há coisas que só o fogo pode evitar que, mais tarde ou mais cedo, venham para a praça pública.

Acabo de saber que aquela petição das dez mil assinaturas sobre os submarinos, à terceira ou à quarta entrega, chegou finalmente à AR. Até as petições desaparecem. Chiça! E para essas nem sequer há crematório.