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afonsonunes

afonsonunes

13 Nov, 2012

A única forma

 

 

Disse o nosso ilustre PPC em Bruxelas que a única forma de vencer a crise é a austeridade. Grande tirada de um político lúcido, competente e criador de novas filosofias para o desenvolvimento do seu país, da Europa e, quiçá, do mundo inteiro.

Aposto que não havia mais ninguém capaz de arriscar uma verdade tão sábia, tão sensata e tão inovadora, como aquela que deixou de boca aberta todos os co participantes na coesão e totalmente rendidos a tão importante conclusão.  

Estou mesmo convencido que ali se fez história no que concerne à implantação da austeridade, seja qual for o país que tenha de a aplicar aos cidadãos por ela abrangidos. A forma de o fazer é única, os cidadãos estão selecionados e o êxito é indiscutível.

É evidente que o nosso PPC não falou de cor, como o seu Pereira, ou o seu Gaspar, pois fundamentou até à exaustão as experiências feitas, com o sucesso que já lhe foi repetidamente manifestado, quer pela amiga impecável, quer pelo insubstituível Relvas.

A grande inovação desta enorme descoberta é, precisamente, a confirmação de que estão redondamente enganados todos os tontinhos que dizem que há muitas formas de fazer austeridade. Sabe-se agora que, austeridade é a austeridade PPC. E mais nada.

Essa austeridade tem o selo de garantia e de exclusividade do nosso PPC, agora reconhecido em Bruxelas, como o bruxo português que já revolucionou o combate à crise com a sua revolucionária forma de a tornar invisível.

Tanto assim é que, na memorável visita de ontem, em que foi visitante a incontestada senhora da Europa, ninguém conseguiu ver essa vencida crise, desaparecida graças à eficácia dessa forma extraordinária de austeridade que ninguém viu.

É verdade. De Belém ao Forte da Barra, passando pelo CCB, deve ter-se falado muito de crise e de austeridade mas sempre, mas mesmo sempre, realçando as virtudes da forma como a austeridade à Passos conseguiu erradicar essa já mais que vencida crise.

Foi com estes argumentos irrefutáveis que o nosso PPC se apresentou em Bruxelas a falar de coesão. Essa coesão ficou já decretada com a adoção em toda a Europa, da célebre forma única de vencer a crise com a austeridade dele.  

Portanto, a partir de agora, calem-se todas as vozes que contrariem a evidência PPC, pois essas vozes serão um perigoso atentado ao prestígio pessoal do seu autor mas, sem qualquer margem para dúvidas, para o país que pode orgulhar-se do que tem agora.

E, a partir de agora, podem as portuguesas e os portugueses estar completamente descansados pois, é uma garantia segura, de que jamais, em tempo algum, o estado do país, não vai piorar mais do que já está.

 

 

 

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