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afonsonunes

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18 Fev, 2013

Coragem, amigos!

 

Dirijo-me em particular a todos os amigos que não me conhecem e se encontram em situação muito difícil. No entanto, podem contar com os meus conselhos e a minha solidariedade, para que não se deixem levar.

Sim, porque há muitos ditos amigos que vos querem levar para o caminho que vos conduzirá ao desespero e à perda do pouco que ainda vos resta. E esse pouco consiste na compreensão de que vale a pena estar como estais.

Diz a razão e o bom senso através da minha palavra honrada e sabedora, que a vossa situação será resolvida depois de terdes passado pela miséria e pelo sofrimento, em expiação dos males que o mundo atravessa.

Cabe-vos a vós, almas simples e compreensivas, mostrar aos inimigos de todas as convergências e carecidos de todos os discernimentos, que sois capazes de suportar a fome mais gritante para salvar o país e até o mundo inteiro.

Nunca acrediteis nas falsas vozes que vos dizem que tendes direitos, ou que já sois a grande maioria entre todos os cidadãos. Nunca escuteis quem não quer ver que só este governo vos levará à salvação e ao reino da vida eterna.

Eu, o vosso amigo desconhecido, posso garantir-vos de coração aberto que ninguém, mas mesmo ninguém, sabe melhor que eu o que vos convém. Sejam eles de partidos, sindicatos, igreja, o povo inteiro, nada. Eu é que sei.

Podem até contar-vos a história do cavalo inglês, que é a mesma do burro do espanhol. Ambos morreram de fome por causa da redução gradual até zero, da dose de palha na manjedoura. Eu, o vosso amigo, digo-vos que não sois isso.

A vida está difícil, é verdade. Mas, coragem, amigos. A razão e o bom senso não vos faltam e eu, o vosso amigo desconhecido, estou do vosso lado. E só não estou ao vosso lado porque o meu caso é diferente.

O meu caso é diferente porque tem de ser muito mais abrangente. Eu estou do vosso lado mas, por igual solidariedade, também estou do lado dos outros. Estou até ao lado deles, embora não esteja contra ninguém. Acreditem.

E acreditem também, que não há nada como libertar as mentes. Obviamente que não me refiro a mentes do verbo mentir. Isso não são mentes, são mentiras, coisa que este vosso amigo desconhecido, desconhece por completo.

Mais uma vez apelo ao vosso discernimento. É a convergência que nos e vos vai salvar. Eu acredito que, embora tenhamos vindo a perder alguma aderência, vamos conseguir que todos venham juntar-se a nós. Vós sereis os primeiros.

Porque tanto me preocupo convosco, meus caros amigos desconhecidos, é natural que também vos preocupeis comigo. Por favor, do fundo do meu coração aberto, vos digo que eu estou bem. A mim, não me falta nada.