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afonsonunes

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Um semanário luso acaba de importar do Brasil a máfia dos vampiros para homenagear o feliz recém-empregado Sócrates que, assim, deixa de depender da família e de empréstimos bancários para se manter a estudar em Paris.

A favor de Sócrates joga o facto de ficar provado que não tinha onde cair morto, ao contrário dos que dizem que ele está cheio de milhões acumulados em paraísos fiscais. Se assim fosse, para que queria ele a família e os bancos.

Aquele semanário passa assim a competir com os pasquins que, sem Sócrates, não vendiam mais que uma dúzia de jornais. Além disso, o importador cometeu o erro de ignorar que em Portugal já existe há muito a máfia da laranjeira.

Desconfio que é essa máfia da laranjeira que está a pretender disfarçar as suas atividades com a máfia que fornece os hospitais portugueses em termos de plasmas, onde a laranja é a vitamina oficial de muitos dos negócios às escuras.

Vamos lá ver se não é essa máfia que anda a provocar transfusões excessivas de capitais, disfarçados em embalagens de plasma. E vamos lá ver se esses materiais não contaminaram o pessoal que apresenta já debilidades fatais.

Só ainda não percebi a razão de meterem nessa máfia a que aludem, o recém-contratado Sócrates, a menos que se desconfie de que já no tempo em que era primeiro-ministro se dedicasse a contaminar essa máfia suíça.

Nesse caso, estranho que a máfia da laranja não tenha remetido ao MP uma carta anónima, registada e com aviso de receção, para ser incluída no caso Freeport. Assim, de certeza que teria acontecido a tão desejada condenação.

Além disso, também ainda não percebi porque se vai buscar ao Brasil uma notícia sobre vampiros. Vampiros, é o que mais temos visto no país. Vampiros da laranjeira que, talvez até tenham alguma ligação à máfia do mesmo nome.

Não me repugna nada acreditar que a mega campanha de esclarecimento ao povo laranja, que leva os ministros a fazer digressões por todo o laranjal, tenha em vista falar dessas coisas. O problema é que já nem aí a mensagem passa.

Mas, em contrapartida, o Sócrates passa sempre. Há sempre uma máfia atrás do Sócrates, para entreter as máfias que, comandadas por vampiros de dentes de elefante, vão fabricando cá, ou importando de lá, o bálsamo que os anima.

Sócrates e Passos foram dois telecomandados. Ao primeiro, da UE e de cá, mandaram gastar mais, para criar mais trabalho e dar mais proteção social. Ao segundo, mandaram cortar a torto e a direito para emendar a própria mão.

Agora, convém que os PSD’s reflitam no que estão a fazer. Já ouvi, e até já li, opiniões de quem afirma que hoje, preferia Sócrates a Passos. Seria interessante uma sondagem sobre essa preferência para ver no que isso dava.

E também para que os pasquins cá do sítio tivessem uma ideia mais aproximada da realidade do país, que eles tantas vezes atraiçoam. Mais agora, que o governo já só fala para o partido, sabendo que o país lhe virou as costas.