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afonsonunes

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18 Jun, 2013

OS SEIS MADUROS

 

Lisboa reuniu hoje quatro maduros em encontros de grande relevo para este país em aflição. Um veio de longe cheio daquilo que cá faz tanta falta. Motivo de grandes manifestações de amizades. Mas que amizades.

Ainda há ocasiões em que alguns maduros se manifestam acaloradamente a favor de um certo socialismo e de um socialista em particular. Fica assim claro que, socialistas indesejáveis, só aqueles que andam por aí.

Não se pode dizer que a laranja é completamente incompatível com a rosa. E até com o vermelho mais acentuado. Lá está o ditado a lembrar que é um erro clamoroso dizer que desta água não beberei.

A sede a tudo obriga, ainda que se diga que essa água está suja. Foi o que eu pensei hoje ao ouvir o quinto maduro, que não andou hoje com os outros mas, como outros, bem proclamou as teorias que não pratica.

Há um sexto maduro que volta a estar nas bocas laranjas. Curiosamente, foi ele que, no passado, abriu as portas do país aos interesses que, então, tanto foram criticados. Hoje, esses críticos são todos maduros ferrenhos.