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afonsonunes

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Ainda estou para perceber como é que se pode dizer que um governo é sólido e não se pode dizer que é líquido. No nosso caso, até me parecia conveniente ter um primeiro-ministro sólido e outro líquido.

A título de exemplo, Passos poderia ser o líquido, enquanto Portas poderia ser o sólido. Logicamente estes, assim, formariam um governo realmente abrangente, como nunca o foi, nem se prevê que chegue a sê-lo.

Sempre que me falam em sólidos vêm-me à ideia os calhaus. Não tenho a má intenção de chamar calhau seja a quem for, mas a verdade é que se tivesse que o fazer seria Passos o escolhido, ficando Portas como o líquido.

Quando me falam em líquidos logo me ocorre a água e, de seguida, a expressão, meter água, vem por acréscimo. Não me parece que seja abusivo praticar associações de ideias destas, pois os idiotas têm ideias.

Nessa hipótese, teríamos um governo chefiado por um calhau, duro como um ‘rolado’ de rio de montanha, e um vice tão líquido como a água que faz o ‘rolado’, sempre propício a meter mais e mais água para secar o rio.

No meio desta caloraça atual, dava jeito ao país essa combinação de um calhau, mas de gelo, e um líquido bem fresquinho, para nos matar esta sede que está a definhar tudo e todos. Pois, dava jeito, mas nem vê-los.

Ao que sei, ou imagino que sei, Cavaco é que é mesmo abrangente. Mais uma vez, e bem, vai poupar o morno chazinho Seguro a meter-se entre calhaus e líquidos lisos. Até porque o rapaz não merece tal castigo.

A abrangência presidencial reside no aproveitamento das ideias de Seguro e passá-las a Passos/Portas, que tão bons resultados têm dado. Temos assim mais um abrangente que, não sendo sólido é, simplesmente, chá.   

Entretanto, anda muita gente intrigada com estas frescuras de sólidos e líquidos. Isto quer é calma. Amanhã ou depois, Cavaco vai mesmo abranger o país todo, num governo novo, mas sem Seguro. Boa ideia!...

 

 

 

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