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afonsonunes

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Até parece que nunca se tinha visto uma cagarra e um cagarro nas ilhas Selvagens. Não custa nada adivinhar que os milhões de cagarras e cagarros que existem nos Açores, na Madeira e arredores, vêm de longe.

Não foi agora que Alberto João viu uma cagarra e um cagarro nos seus domínios, como alguns pretendem fazer crer. É verdade que ele não assistiu à chegada dos primeiros progenitores da espécie nas Selvagens.

A verdade é que houve hoje um casal que, juntamente com o doutor, tiveram ocasião para ver descendência ‘cagarral ‘em abundância tal, que lhes permitiu uma satisfação enorme, apesar dos muitos milhares gastos.

A vida é assim. Uns pagam outros gastam. E não há preço que pague ver tantas cagarras e tantos cagarros juntos. Até deve ter ficado nos domínios Selvagens a sensação de que se tratou de um congresso da espécie.

Mas valeu a pena. Os reis da ‘cagarrada’ ganharam recordes em série. A história dirá como isto foi útil para a coligação que, em Lisboa, recebeu uma mensagem de saúde, de confiança e de regresso em breve.

De regresso para esta bagunça em que a cagarrada nos meteu, pelos vistos cheia de boas e democráticas intenções, mas com uma visão em que as cegueiras, várias cegueiras, que todos nós andamos a pagar.