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afonsonunes

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Ele chama-se Pinto de Çousa e tem muita dificuldade em convencer a comunicação social das virtudes que tem, melhor dizendo, das virtudes que diz ter no seu trabalhinho do dia-a-dia. Trabalhinho não quer dizer trabalho pequeno, mas é apenas um juízo de quem não quer dizer trabalhão, nem o seu contrário, que seria trabalhito.

Não sou especialmente admirador de todos os Pintos que entusiasmam a comunicação social diariamente, mas não sou tão hostil a todos os Pintos, ao ponto de não lhes reconhecer alguns pontos positivos. Aliás, estou plenamente convencido que não há ninguém no mundo que só tenha defeitos.
Se por aqui aparecer algum erro de ortografia não pensem que se trata de consequência do Acordo Luso Brasileiro. Não, trata-se de um acordo particular entre mim e o meu computador, para que ele não me ponha lá o tracejado vermelho. Para mim, este tracejado devia ter outra cor, mas adiante.
O que eu gostava de perceber era, nem mais nem menos, porque razão o tal Pinto de Çousa, não consegue fazer passar a sua mensagem a quem melhor a podia fazer passar. Pelo contrário, parece que até gosta que eles o metam no ar assim mesmo. Pois, assim como eles dizem que ele é.
Mas também não percebo porque razão, se ele é como eles dizem, como é que a atitude de quem lida de perto com ele, é tão diferente em sentido contrário. Desconfio que há em tudo isto, uns exageros que me levam a fazer umas contas de cabeça, já que a minha calculadora já deu o berro, de tanto ter sido já assediada.
Feitas essas contas por alto, verifica-se que ainda não há quem lhe passe a perna no tal trabalhinho que ele vai fazendo. Como ele até gosta de desporto, é de estranhar que ainda não tivesse visto nenhum cartão vermelho do árbitro que o encara a todo o momento de apito na boca. Logo, continua a jogar, como se não fosse nada com ele.
Por outro lado, a assistência ruidosa, está dividida entre os aplausos e os assobios, mas a maior parte do estádio continua a aplaudi-lo. Isto parece-me estranho. Mas, àqueles que o apupam, parece absolutamente normal. É certo que não serão os aplausos, nem os apupos, que lhe darão a vitória nem a derrota no termo do confronto.
Não sou eu que vou aqui fazer elogios ou críticas a esse tal trabalhinho, pois o meu problema é que gostava de perceber a razão porque há tanta gente que o aplaude, que o segue, que o incentiva a prosseguir, enquanto os outros, os do lado contrário da barricada, parecem não atinar com a táctica adequada à concretização da prova de tudo aquilo que dizem que ele faz mal.
É preciso dizer que o nome de Pinto de Çousa não é um desconhecido lá fora. Que o diga o presidente que foi elogiado por ser um bom desportista. Ora, ser confundido assim, não é para qualquer um.
Realmente só gostava de perceber, porque razão tanta gente o aplaude, mesmo lá fora, sabendo-se que ele é desportista lá como cá. Deve ser uma questão de diferença de claques. Mas, só gostava de perceber.