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afonsonunes

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Os ‘bacoristas’ atacam furiosamente, ainda que por vezes com ar de engraçadinhos, logo que se veem acossados pela realidade. E a realidade é que se vai notando que as bacoradas cada vez têm menos aceitação.

E o que são bacoradas? É aquilo que os ‘bacoristas’ melhor sabem fazer. Dir-se-á que este termo não existe. Isso não é verdade. Acabei de o inventar agora. Acontece que ainda não tive tempo de o registar.

Mas se formos à sua origem virtual, não ficaremos surpreendidos. Bácoro é um termo muito conhecido e certamente que tem os seus derivados. Caso do chouriço, da morcela e do chispe que é a perdição dos comilões.

Mas, quem não tem outros argumentos, não lhe resta outra alternativa senão essa via. É a via-sacra da repetição continuada de ofensas a direitos de cidadãos que não querem ou não podem responder-lhes à letra.

Tudo serve para disfarçar o pânico que lhes vai na cabeça, perante a possibilidade de virem a ter de engolir, mesmo com muita vontade de vomitar, tudo o que têm vociferado ao longo das suas loucas efabulações.

Obviamente que isto não assenta em todas as cabeças que vazam as suas criações cá para fora. E é fácil ver onde se inspiram e, sobretudo, a quem servem, ou a quem pretendem ter o privilégio de receber pelo serviço.

Quando já não podem exibir a superioridade dos seus argumentos ou das suas ideias, atiram para o ar sucessivas vagas de dúvidas sobre quem lhes diz o que não querem ouvir. O nada que dão é igual ao tudo que recebem.

Os ‘bacoristas’ sabem perfeitamente as bacoradas em que se meteram e nos meteram. Mas preferem mergulhar a cabeça na pia dos seus ídolos a ter de aceitar a sua consanguinidade genética com essa espécie ‘suínica’.

Estou de acordo que este tipo de palavreado não devia ser utilizado. Mas, isto é como as cerejas. Umas puxam pelas outras. No entanto, não estou a achincalhar ninguém em particular. Ao contrário dos ‘meus’ ‘bacoristas’.

Do alto da minha insignificância política e social, até podia insultar ‘cabaças’ que são, ou se julgam importantes. Mas o que dizem e o que fazem, demonstram à evidência que só os seus iguais lhe acham graça.