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afonsonunes

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16 Fev, 2016

A Tina e o Tino

 

A Tina até podia ser a Albertina que detesta Passos, Portas e até Cavaco e respetivas companhias. Podia, mas não é. É que todos estes ilustres desempregados ou no pré desemprego, nem sequer estão ligados ao Tino.

Porquê? Porque desde há anos que apregoam: There Is No Alternative. (TINA). Ainda agora, depois de se provar à evidência de que não tinham, nem têm pingo de razão, continuam a manifestar evidente falta de Tino.

Portanto, o Tino é uma coisa bem diferente daquilo que se pareça com alguém que tem mesmo muito tino, apesar do escárnio que leva muitos inteligentes de pacotilha a bater com a cabeça na dura calçada da rua.

Não será pois de estranhar que quem, com frequência, bata com a cabeça nessa dureza, venha mesmo a ter problemas mais ou menos graves de falta de tino naquelas cabecinhas de quem mais carenciado estaria dele.

A TINA, afinal, era apenas um flop. Antes fosse a minha prima Albertina, que essa sabe tudo o que esses sabões não sabem, nem nunca ouviram falar. E isso não tem perdão num país sem TINA e sem pingo de tino.

Por mim, estou convencido de que o TINO, muito próximo da minha sábia prima Albertina, era homem para injetar resmas de tino em quem o não tem. Como eu sei que aos desatinados isso dava esperanças de nova vida.

Mas, tudo tem remédio. Verifico quase diariamente como uns sujeitos de nome António Costa, se arranham e se desunham por arranjar maneira de enterrar as ideias do António Costa com tino. Pobres deles, são só TINA.

Que eu saiba, Costas há muitos e Antónios, então, é a dar com um pau. O problema é, e grave, que o país não aguenta com alguns homónimos sem tino nenhum. Mas em presunção e língua, igualam-se ao trio lá de cima.