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afonsonunes

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26 Set, 2014

A ÚLTIMA NARRATIVA

 

 

Quase me apetecia dizer que uma narrativa nunca vem só. Mas não digo, para não turvar o puro ambiente político que se quer sério, honesto e transparente. Como acontece agora, a acreditar nas vozes que se ouvem.

Em boa verdade, esta narrativa teve quatro capítulos, cada um dos quais elaborados por um narrador diferente. Esta circunstância garante uma fiabilidade incontestada, por ser um trabalho que não diverge em nada.

Talvez porque tenha demorado uma semana a compilar, o que demonstra que esta narrativa não foi feita sobre o joelho de qualquer um dos quatro narradores. Houve tempo mais que suficiente para evitar mais dúvidas.

Aliás, se alguém andou a navegar no nevoeiro da dúvida, já viu o sol a brilhar nos seus olhos, rasos de lágrimas, pelas comoções transmitidas pelo primeiro narrador de hoje. Não é justo insultar assim um inocente.

Foi uma semana terrível. Mas valeu a pena. Depois de tanto se fazer sofrer alguém com uma imagem de ser humano puro, sério, honesto, mesmo impoluto, por todo um trajeto irrepreensível ao serviço do povo anónimo.

Povo que fica feliz por não ver defraudado todo o seu esforço para defender quem sempre admirou. E quem sempre se manteve no meio do povo para que a sua imagem nunca turvasse. Esta narrativa não deixará.