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afonsonunes

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Tenho seguido as peripécias da Única Mulher. Não sei porquê, tudo o que é único desperta logo em mim qualquer coisa que não sei explicar. Há anos que não me dava à pachorra de ver telenovelas. Mas esta, é única.

Tão única que nunca tinha aparecido, ‘penso eu de que’, um chorrilho tão grande de maneiras de vigarizar, de utilizar a sujeira, de não respeitar nada nem ninguém, como acontece nesta trafulhice quase real e contínua.

Mas, se esta coisa única veio aqui parar, é porque nos é dado ver na vida real de uma coligação única, não só porque é única no seu modo de se mostrar ao país, mas porque todos os dias nos traz episódios mais sujos.

Hoje foi Paulo Rangel, ao que julgo saber, advogado, com um discurso tão impróprio, quanto ele deve ser na sua atuação política. Do género, vale tudo, para encobrir os podres que sabe que não têm defesa possível.

Paulo não é Pedro, que tem as mesmas letras de Podre. E Paulo não é menos podre politicamente, que outras laranjas que andam pelo partido deles. Podiam ser sérios e falar seriamente para que os entendessem.

Não vou aqui entrar pelos meandros que são bem conhecidos de quem não anda de olhos oblíquos à procura de argueiros que julga poder meter nos olhos dos outros. Factos são factos e mentiras serão sempre mentiras.

É sabido que há no PSD e no CDS quem não entre por estes meandros tão ao gosto de Paulo Rangel. Porque nem todas as pessoas se deixam embalar para um sono que pode vir a ser um grande peso na consciência.

Toda a gente sabe que quem não tem assunto fala do tempo. Quem sabe que é ignorante fala de tudo. Quem está a par do que acontece, ou fala de tudo o que sabe, ou faz podres divagações, só sobre o que quer vender.

Na verdade, Paulo Rangel e todos os que vivem nessa onda, o que fazem é subverter tudo aquilo que os envergonha, colocando-o no campo do adversário. E julgam que ganham votos com essa suja estratégia. Se verá.

Na política, como na Única Mulher, não acredito que aquilo acabe bem para todos. Costuma ser sempre assim. O Venâncio, o Padrinho, O Albuquerque, a Pilar, o Raúl e outros, vão pagar. E os da política também.

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