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afonsonunes

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Era assim que se despediam os militares deslocados para as guerras do ultramar. Muitos por lá deixaram a vida e o seu regresso foi doloroso para as suas famílias. Esse adeus foi para eles o fim de tudo.

Agora, há quem esteja a considerar este dia 17 de maio como o fim deste pesadelo que escurece a vida de inúmeros portugueses. E festeja o adeus à troica, garantindo que, com eles, ela não mais virá.

Mas há muita gente para quem isto não passa de um outro adeus até ao próximo regresso dessa tropa. Que outra tropa fica por cá a garantir a sua influência, fazendo de conta que eles se foram de vez.

Entretanto, este dia 17 de maio fica também assinalado como o dia do regresso em força de José Sócrates, via campanha da aliança. Não pode haver campanha sem ele. Mas, ninguém mais que ele, está feliz.

Podia estar esquecido, mas não está. Alguém está interessado no seu reaparecimento ativo. Alguém que espera obter votos à sua custa. Mas, tudo indica, estariam bem mais confortáveis com Seguro só.

Confortáveis não estariam de modo nenhum. A questão é apenas de mais ou menos desconfortáveis. Depois do desconforto que vai trazer o depois do 17 de maio, fica-se à espera do choque do 25 de maio.

Garantem-nos já que não haverá regresso. Mas o problema, para já, é que não haverá sequer adeus. Eles continuam aí. Regresso certo e garantido, só o de Sócrates, porque há quem não prescinda dele.

 

 

 

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