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afonsonunes

afonsonunes

25 Nov, 2015

Apoiado Sr. CIP

 

Gostei de ouvir o patrão da CIP dizer que ‘o país exige que o PSD e o CDS se entendam com o PS.’ Para quem ainda há dias dizia que não se pode ir buscar dinheiro onde o não há… Mas talvez tenha razão nas duas vezes.

Quanto à teimosia dos entendimentos, matéria já sobejamente estafada, é tempo, agora, de a direita se entender com o PS, tendo por base o programa do PS, já que o programa da direita era simplesmente um zero.

Portanto, se a direita queria consensos, tem agora oportunidade de mostrar o que vale. Não para fazer favores ao PS, como queria que este lhos fizesse à viva força. Não. Agora, cada qual mostra do que é capaz.

Quanto a, onde ir buscar o dinheiro, logo se vê. Espera-se que o PS não vá aos mesmos onde a direita ia sempre. Mas é estranho que o patrão da CIP cometa o erro primário que é tão comum, de falar em nome do país.

De qualquer forma, não fala em governo ilegítimo como o fazem os seus melhores amigos. É que, ilegítimos, são precisamente esses. Obviamente, ilegítimos políticos, pois quem não pode ter filhos, não os pode mostrar.

Passos, Portas e outros, são filhos políticos ilegítimos do atual PR. Mas o PR não podia portar-se como um extremoso pai para com eles. O PR, se quiser ser pai de alguém, tem mesmo de ser pai de todos os portugueses.    

Portanto, o filho político ilegítimo Portas, não tem que cometer o abuso, ou o desplante, de chamar ilegítimo, seja a quem for, muito menos ao governo que o seu paizinho político aceitou e vai empossar amanhã.

Parece-me que um político que fala tão bem, não devia cometer ilegitimidades destas pois o seu progenitor político não deve gostar, e até se deve irritar, por se ver envolvido nessas conversas comprometedoras.

Quanto ao senhor CIP que também é da mesma família política, suponho que seja irmão do ilegítimo Portas e primo do outro ilegítimo, o Passos. Claro que estes laços familiares não se quebram. Perduram no tempo.

E eu cá estou para os continuar a ouvir falar das suas ilegitimidades e das suas amarguras. Amarguras despropositadas, pois a vida deles não se altera, para lá da falta que faz o poder. Que voltará, não se assustem…

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