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afonsonunes

afonsonunes

12 Dez, 2016

Brincamos ó quê?


Hoje foi um dia levado da breca, na medida em que o homem que se recusou a gerir um pântano que lhe entregaram acabadinho de se mostrar aos portugueses, chegou hoje ao topo da hierarquia mundial, consolado por aplausos e elogios de todos os lados do planeta.
Sabe-se que a sua humildade e formação não lhe permitiam fazer alarde de regozijos ou manifestações de sobranceria para com todos aqueles que sempre lhe desvalorizaram os seus conhecimentos e qualidades pretendendo que, vindo de onde vinha, nada mais que incompetência se poderia esperar.
Mas, quem chega ali, depois de ter mostrado todo o seu valor em todo o seu percurso político, não tem sequer que pensar em quem só mostrou sempre aquelas raivinhas de adeptos da mesquinhez partidária. Nessas guerras há sempre vencedores e vencidos. E os vencidos desta guerra que lhe moveram deviam estar hoje de cara tapada de vergonha.
Disse hoje esse grande português, que nas guerras de hoje, não há vencedores nem vencidos, mas sim, apenas e só, perdedores. É verdade. Até nas pequenas guerras internas, pequenas por comparação com aquelas a que ele se referia, é o país inteiro que anda a perder há muito tempo.
E perde o país inteiro porque enquanto houver um português sem pão, os restantes portugueses deviam sentir vergonha de que tal ainda seja possível acontecer. Tanto pior, quando é uma grande percentagem dos portugueses que são ignorados por todos aqueles que os privam de ter uma vida digna e decente.
Portugal tem hoje três grandes personalidades, uma a tentar virar os destinos do mundo, agora em constante degradação, e duas a tentar inverter as consequências de catástrofes nacionais, das quais o país vai demorar muitos anos a recuperar.
Tantos mais anos, quanto mais as muitas tristes personalidades insistirem na grande mentira de que não é por este caminho que o país sairá do pântano em que o meteram. Já houve quem tenha tentado inverter essa derrocada. Mas sem êxito. Porque o poder do dinheiro e o poder da propaganda massiva o impediram.
Estamos no decurso de mais uma tentativa séria de lutar contra todos aqueles que não querem que nada mude. Porque preferem que o país esteja quanto pior, melhor para eles, e um inferno para todos aqueles que não têm nada para se defender, nem ninguém que os possa ou queira defender.
Isto não é uma brincadeira. Nem tão pouco um jogo. É uma guerra onde se mata e se morre cada vez mais. É por isso que se justifica que se ajudem os nossos três grandes homens que na atualidade tudo fazem para libertar o país de todos aqueles que andam a brincar connosco.