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afonsonunes

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15 Abr, 2015

CAMBALHOTAS

 

Cambalhotas, golpes de rins e piruetas, são acrobacias que conferem notoriedade a muitos artistas. Mas dar uma cambalhota monumental tem um gozo incomparável. Sem sacrificar o físico, então, é mesmo o máximo.

Temos por cá ‘cambalhoteiros’ que bem podiam preencher todo um programa de circo. Mas o circo deles é circunscrito à cadeira onde passam os dias sentados. E as cambalhotas são dadas, muitas vezes, via telefone.

No entanto, isso nada tem de interessante, nem constitui novidade por aí além. Até os nossos artistas, os nossos amados FMI’s juniores, até ontem, eram idolatrados pelos seus tutores e nossos odiados FMI’s seniores.  

Tudo porque enquanto os FMIzinhos tiveram capacidade para ir ao bolso da rapaziada sem lhe tirar as medidas, foram extraordinários. Agora que é preciso inventar outras maneiras de fazer o mesmo, já não prestam.

Já não prestam para encher as medidas dos FMIzões. Sim, porque eles só gostam de receber pelas medidas grandes. E por cá, já está tudo pequeno. Vai daí, a grande cambalhota do FMI. O que era ótimo, agora já é péssimo.

Porque já chegou à conclusão de que estes filhotes, não conseguem ir além do saca-saca, por causa das ocas cabecinhas. E assim, o FMI está prestes a perder a cabeça pois, assim, não há pilim para pagar as visitas.

Entretanto, conversas daqui, conversas dali, tão depressa se descobre que o bom, afinal não é assim tão bom, como se conclui que o mau, pode não vir a ser assim tão mau. Perante o turvo horizonte, que venha uma aberta.

Se calhar até já o FMI está desejoso que chegue o próximo mês de outubro, na esperança de que venha aí uma útil cambalhota, daquelas que eles não adoravam ver. Mas, depois da sua, que venha de lá mais uma.