Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

afonsonunes

afonsonunes

16 Set, 2014

COM ELES NO CITIUS

 

 

A justiça e alguns justiceiros continuam absorvidos pela paranoia de destruição de uma época e de um personagem que não conseguem deixar sair de cena. Com esse objetivo, vão atropelando gente melhor que eles.

Com eles fora do sítio, esses paranoicos levam o país para um atoleiro maior que aquele que pretendem impingir e mostra bem como preferem alimentar fantasmas alheios em lugar de combater os seus atropelos.

Com eles no Citius, a (in)justiça anda há anos a tentar justificar a sua paranoia. Não o conseguindo, e convencida de que já lá não vai, voltou-se para tudo o que seja sombra dela e ataca sem pudor nem convicção.   

Neste momento, vive euforicamente, desde a cúpula até uma certa base, com resultados que julga compensatórios de tanta ineficácia. Os foguetes que atiram ao ar, ainda podem vir a rebentar-lhes nas mãos pouco limpas.

Com eles no Citius, tudo vai bem, pois o sistema, provavelmente, vai ser a justificação para misturar pilha-galinhas com roubos de milhões, ou prevaricadores, com toda a seita de assaltantes de tudo o que não é deles.

Com eles fora do sítio, até já os bancos são deles e, mesmo assim, não há quem por lá estacione. Mudam-nos como a quem não pagou o lugar no parque. Porque Bruxelas continua a dizer quem entra e o que se vende.

Com eles no Citius e com eles fora do sítio, são maldições de uma saída limpa que deixou muito lixo para trás. Passámos a ser independentes dentro da dependência. Com alienação do direito a uma justiça isenta.