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afonsonunes

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Começou hoje a dar-se seguimento ao desatino que deve acompanhar a discussão dos interesses do país e dos portugueses. Como sempre acontece, se o palco é a Assembleia da República, a coisa é uma graça.

Muitas vezes, é até uma gracinha, na medida em que encontramos ali atores que apenas são perfeitos na representação de uma palhaçada circense. Por vezes através de graçolas sujas que ofendem gente séria.

Porque se atingiu aquele ponto em que já não há fronteira que separe a verdade da mentira. Há quem as misture com tal brutalidade que aquela Casa mais parece uma arena, para não dizer o antigo Coliseu romano.

Precisa-se vergonha, não só nas caras, mas sobretudo nas línguas, pois é delas que saem as mais vergonhosas afrontas às espectativas dos portugueses. Daqueles que nada têm a ver com estúpidas cegueiras.

Apetece dizer que vemos por ali um espetáculo que é mais que um desatino. Quando se discute um orçamento e não se fala nele, assistimos à mais pura manifestação e preocupação de mostrar a sua nota artística.