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afonsonunes

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20 Abr, 2015

DOENÇAS

 

Neste país de cerca de dez milhões de almas já são poucos os que ainda se podem gabar de usufruir de boa saúde em todos os aspetos da sua vida. É facilmente constatável que as conversas mais versadas são sobre doenças.

Os mais idosos, compreensivelmente, falam dos seus males e dos remédios que têm de tomar. Cada vez falam com mais frequência, das dificuldades que encontram para se tratar. Que bem sabemos quais são.

O santeiro político da TVI diz que o primeiro-ministro é teimoso. Somos obrigados a acreditar, ou não fosse ele uma espécie de seu médico político de família. Sabemos ainda que a teimosia é uma doença incurável.

Um pouco menos graves para o país, mas ainda assim, altamente preocupantes, são as doenças da RTP. Uma delas, o cancro da RTP, parece de cura muito duvidosa. Sobretudo, por causa da teimosia de Passos.

A outra doença, diagnosticada por Nuno Artur Silva, é uma irrelevância, que vem de há muito tempo. Ora, não é difícil deduzir que se trata de uma irrelevância crónica. Ou seja, uma doença vinda da teimosia de Passos.

As doenças são assim. Umas puxam pelas outras. Ainda dentro da RTP, Passos, via Maria Luís e Poiares Maduro, injetou dez mil mensais nas veias do novo presidente. Uma dose de cavalo que está a contagiar aquilo tudo.

Dose que está muito acima do suportado pelo próprio Passos e até por Cavaco. Compreende-se que, agora mais que nunca, venha a ter razões de queixa das suas reformazitas. E, viver mal, também é uma doença grave.

Mas há ainda duas doenças menos evidenciadas nesta RTP de Passos. Uma delas, é o sintoma de que Passos e Portas nunca fazem nada. Os dez mil dados ao presidente foi um despacho de Maria Luís e Poiares maduro.

A outra doença vem da irrelevância da RTP, quanto ao seu papel perante a concorrência. Uma irrelevância caríssima. Se é para continuar irrelevante, eu vou para lá, por meia dúzia de patacos. Já se poupam nove mil e tal.

Agora relevante e muito, é o facto de toda esta gente saber gerir muito bem todas as doenças do país. Não é só ter a água e a luz em dia. É saber falir empresas no prazo certo. E os seus bancos. Os doentes pagam tudo.