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afonsonunes

afonsonunes

15 Mar, 2016

E porque não?

 

Ao longo da publicação destes meus escritos que já vai em cerca de oito anos, muitas vezes misturei o que se passa na política com o que vai pelo futebol. E concluo hoje que vale a pena continuar a explorar essa mistura.

Estou plenamente convencido de que há muitas potencialidades de um lado e de outro. Só que estão fora do seu melhor lugar. Há políticos que eram mais úteis no futebol e grandes da bola que muito dariam à política.

Obviamente que quem ganharia era o país pois, com tanta gente deslocada sem dar as suas melhores capacidades, é um desperdício. É fácil ver como grandes cabeças andam perdidas por lugares onde nada rende.

Agora, que tanta gente excelente está na prateleira, é altura de fazer o seu aproveitamento ideal. Começo por cima. O Sporting de Braga está em alta. Porquê? Porque tem a dirigi-lo um Salvador. Do que é que o país precisa?

Então vamos a isso. Salvador para presidente do PSD e Passos para presidente do Braga. Assim, Marcelo, já poderia contar com a colaboração de um dos mais inovadores de Portugal, que está a perder-se na oposição.

Marcelo ficaria feliz pois o Braga é um dos seus amores de perdição. E o país não seria mais, um país perdido, se pudesse agora ver-se livre de Passos e de todos os seus pregadores de desgraças. Braga ia tratar deles.

Claro que Passos estaria automaticamente autorizado a levar consigo a superior Maria Luís, pois ela está para Passos, como Cristas está para Portas. Salvador, traria para Lisboa Paulo Fonseca. Ambos, para Belém.

Do SCP para a Justiça, iriam Bruno e Jesus, por troca com Joana e Rosário. Todos são especialistas em fintas, mas estão nos lugares errados. Já o FCP daria o seu Costa para presidir à Câmara de Lisboa e tratar dos mouros.

E para onde iria Vieira? Obviamente, para S. Bento para encher pneus, de onde sairia Costa para manter limpo o Estádio da luz. Para limpar os balneários, requisitaria ao SCP, um tal de Inácio e o seu amigo Octávio.

Finalmente, o presidente da FPF, Fernando Gomes, seria deslocado para ministro das Finanças. Mário Centeno, por castigo, iria dirigir as finanças do PSD. Quem não sabe fazer um orçamento, tem de saber fazer cortes.

Provavelmente, nem toda a gente concordaria com estas mexidas. Porém, sempre seria melhor que manter tudo como está. É que, assim, o país está entregue aos bichos. E a bola, a dita redondinha, está mesmo quadrada.