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afonsonunes

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05 Set, 2015

INDÍCIOS

 

O económico e cervejeiro Pires de Lima continua a mostrar fortes indícios, e cada vez com mais frequência, de que a cerveja não é coisa que se beba à vontadinha. Obviamente que depende da sede com que se vai ao barril.

E não lhe repugna nada que uma filha sua de menos de dezasseis anos beba uma imperial, se ninguém for lá a casa bisbilhotar a tomada da dita. Isto até pode ser um indício leve que não conduz a nada. A ele, está visto.

Porque um indício só conduz a algo quando for promovido a prova. Não adianta passar de indício leve a indício forte, se não chegar a ser prova. Isto é como Pires, mesmo de Lima, passar a ser Prato, mesmo mini prato.

Esta coisa dos indícios está a fazer calar muita gente. É que há indícios tão escondidos e tão fraquinhos que nunca darão, nem para uma provinha de dois goles de qualquer garrafa. Mesmo acompanhados de bons Pires.

Também acabei agora de descobrir uns leves indícios verdadeiramente desconcertantes. Claro que carecem de ser reforçados e consolidados para os poder considerar como provas. Dizem respeito a alguns Costas.

Quando observo esses, assim, superficialmente, até me parecem todos chonés. No entanto é precipitado dizer tal. Um do Expresso diz que a campanha do PS está a ser desastrosa. Mas, na verdade, desastrado é ele.

Lá que um de Gaia diga desastres todos os dias e tenha provocado desastres durante anos, a gente ainda aguenta. Mas, o principal i responsável de um periódico daqueles, é demais. É um choné bem à vista.

Depois há aquele Costa que foi encarregado de provocar falência de bancos e de os vender à pressa, com medo que tivesse de ficar com eles para uma coleção individual. Ele há encarregados que têm cá um azar

O que me leva a concluir que há chonés que o são e não se importam que se saiba. Há os que o são, mas julgam que chonés são os outros. Depois, há aqueles que não o são, mas que são enrolados no meio dos que o são.

Eu diria que esta guerra de Costas são apenas ‘chonices’, ou ‘chonesices’ de uma campanha em que os que estão de fora passam a vida a rachar lenha. É a campanha dos indícios. Talvez não passem de indícios de vícios.