Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

afonsonunes

afonsonunes

15 Mar, 2014

INEVITÁVEL

 

 

Zangam-se as comadres descobrem-se as verdades. Também a justiça começa a dar sinais, ‘ainda muito ténues’, de que não está para aguentar com todas as culpas que a banca lhe quer imputar nos milhões que voam.   

Não sei, nem tenho que saber, se o Banco de Portugal agiu bem ou mal no caso das prescrições que levam os banqueiros criminosos a ficar com o produto dos seus crimes, não pagando as multas que lhes foram aplicadas.

Mas sei, e não é preciso ser bruxo, que não há justiça que toque nestes e noutros sorvedores de milhões e mais milhões do erário público, que acabam por sair dos bolsos já exauridos dos contribuintes empobrecidos.

Estas guerras entre causadores ativos e passivos destas injustiças vão, inevitavelmente, conduzir à descoberta de verdades bem escondidas sub-repticiamente dos sacrificados, por negras cortinas de fumo.

O jogo das escondidas vai cedendo, apesar dos esforços para o reforçar e das retaliações de que se vai tendo conhecimento, contra quem luta pela verdade. Hoje, já se sabe mais que ontem. Amanhã saberemos ainda mais.

O poder apregoa verdade, liberdade e democracia. Mas o que dá, cada vez mais, aos cidadãos, é a mentira, restrições de toda a ordem e a pretensão de que devem ser submissos, sem ideias, nem iniciativas, nem direitos.   

Uma sociedade assim não pode prevalecer muito tempo. Não se pode demitir toda a gente. Não se pode sequer manter famílias unidas, quando o ódio se entranha nelas. E que dizer dos estranhos, se na família é assim.