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afonsonunes

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25 Ago, 2014

LUZES E CULTURAS

 

 

Estava tudo a correr tão bem, com a tempestade a rugir lá para os lados do Rato, enquanto o anti ciclone assentava arraiais nos quatro polos do poder. Subitamente, apareceu mais um contra poder.

Já não bastavam os incompetentes, corruptos e malandros do Rato, e os irresponsáveis oportunistas que armam as ratoeiras, para atrapalhar tudo o que de bom tem sido feito. Eis que chega outro.

Que só pode ter sido enviado às escondidas pelo Palácio Raton. Que também, pela semelhança do nome, deve ter muito a ver com Rato. O recém-chegado, podia ser o Palácio dos Défices. Contra poderes.

É bem verdade que sempre que tudo corre bem, logo aparece a inveja, com as suas ramificações, tipo tentáculos, a denegrir o que é branco, que mais branco não há. Os dados são bons, ponto final.

E a origem desta brancura, sobrepõe-se a todos os ratos e associados, bem como às respetivas ratoeiras armadas internamente, ou infiltradas de outras proveniências. Mas, a origem não engana.

Em primeiro lugar a S. Caetano à Lapa, fonte de alva competência e responsabilidade, onde tudo é transparente, sério e competente. De oportunistas, nem sombra. É daqui que emana o progresso do país.

Em segundo lugar, é do Largo do Caldas que brotam jorros de inspiração comedida e discreta, que não se vê à vista desarmada, mas é tão eficaz como uma luz económica ou uma cultura de tomate.

Mas, o país não precisa só de luzes e culturas. Precisa, acima de tudo, de palácios bem frequentados, de onde saiam negócios e exemplos para a Europa e para o mundo. Quais? Sem dúvida, S. Bento e Belém.