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afonsonunes

afonsonunes

02 Dez, 2014

MAS É, OU NÂO É?

 

A todo o momento se ouvem apelos do governo e seus satélites a consensos e entendimentos com o PS. Sabe-se, e eu não vou entrar em repetições sobejamente conhecidas, como isso está em ponto de negação.

É frequente em debates ou outros encontros de membros do governo e seus satélites com elementos do PS, haver aquela velha e suja tática de, enquanto um fala, o outro sobrepor repetidamente - isso não é verdade.

Ora, a primeira regra da democracia é falar e deixar falar, cada um na sua vez. Senão, entra-se na peixeirada, tão usada por quem não tem razão. Começa a haver um conjunto de opiniões que convergem em três pontos.

A renegociação da dívida é fulcral para que o país seja solvente e cumpra os seus compromissos. Para isso, é preciso consenso e sabemos quem o não quer. Por teimosia, por fuga em frente e por medo de perder votos.

A urgente necessidade de garantir que a justiça seja capaz de agir segundo a lei, quanto ao segredo de justiça. Os agentes judiciários são cidadãos que não podem ser os primeiros infratores. Sabemos quem o pode evitar.

A clarificação política através de eleições antecipadas, pois o país encontra-se num impasse, neste momento impossível de ultrapassar. Todos sabemos quem não quer essa solução e porque a não quer.

Clarificados estes três pontos estariam dados passos importantes para que o país começasse a respirar no meio deste sufoco. Com tudo na mesma, é estar a enganar os portugueses. Com conversa fiada que não leva a nada.