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afonsonunes

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O país já teve de suportar o assalto de vários bandidos ao longo de muitos anos. Mas nunca como agora havia enfrentado uma conjuntura de sucessivos assaltos por parte de um bando de poder.

Tem-se falado muito de polícias e ladrões. Mas o bando verdadeiro e alguns dos seus apoiantes, insistem em ignorar os ladrões e chamar para as suas divagações, imagens de falsos bandidos e falsos assaltos.

O bandido de hoje, seja ele qual for, já não pode esperar que lhe sejam entregues umas simples pepitas de ouro, simplesmente, porque esse, está bem fechado na casa forte do Banco de Portugal.

O outro, o ouro dos anéis, já se foi, tal como já se foi o que foi pedido à troica e que se destinava a resgatar o país de uma suposta banca rota. A verdade é que o país está muito mais roto agora. E a banca…

Pois, a banca, a banca laranja, está ótima, não é? Pois é… Salvou-se quem pôde, e sabemos quem foi, e ficou a ver navios quem não tinha nada a ver com isso. Mas há quem esteja feliz com os seus bandidos.  

E muito mais feliz com as investidas dos seus bandos. Sim, porque me ocorre, assim de repente, que há mais que um bando nesta história. É o bando que assalta e o bando que dá apoio aos assaltantes.

Razão tem o povo nos seus ditos e nos seus ditados. Tão ladrão é o que vai à vinha, como o que fica à entrada. À espera que venham as uvinhas boas e doces. Que são o verdadeiro ouro dos bandidos.

Que, obviamente, ninguém lhes entregou. Porque isso de entregar já lá vai tempo. Agora, bifa-se, limpa-se, arrepela-se. À luz do dia, à vista de toda a gente, porque o bando não tem quem o enfrente de caras.

 

 

 

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