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afonsonunes

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Todos temos um pai, logo, todos somos filhos. Quando rezamos, aqueles que rezam, invocamos o Pai, o Filho e o Espírito Santo, todos com letra maiúscula. Mas, o meu assunto de hoje, é de minúsculas.

Porque nem eu, nem os portugueses, rezamos a santos de pau carunchoso. Não tenho dúvidas de que tudo o que me acontece é por obra de um pai que me não conhece, mas não me larga da mão.

É assim uma espécie de pai coletivo que já vai na terceira fase. Na primeira, não fez mais que mandar recados para a esquerda e para a direita. A segunda foi a fase do silêncio. Na terceira distribui alertas.

Portanto, não adianta andar por aí a dizer em nome do pai. Até porque ele não nos reconhece como filhos. Mas tem um filho. Que, pelo que faz e pelo que diz, não parece ser mais que um aprendiz.

Claro que o pai está constantemente a falar em nome do filho. Porque o pai pensa que pensa melhor que o filho, só porque lhe diz o que ele quer ouvir. Creio que, tal pai tal filho. Tudo em nome do filho.

Nem o pai, nem o filho, querem possuir o espírito santo. Mas encarregaram um primo com um espírito de sacrifício santificado, para carregar com os maus-olhados de todos os espíritos santos.

Só surpreende que, no meio de tantos espíritos iluminados, não tenham tido uns momentos de oração e meditação. Agora, nem razões têm para dizer: em nome do pai, do filho e do espírito santo.  

Nem sequer podem agora invocar em vão, como tantas vezes o fizeram, o nome de um fiel Constâncio que foi por eles crucificado por muito menos. E estão a crucificar os espíritos mais santos do país.