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afonsonunes

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O preço certo há muito tempo que está com o prazo fora de validade. O Fernando e o Miguel não se apercebem das inconveniências que não ficam bem num programa de televisão. É verdade que aquilo está mesmo vocacionado para a audiência que, de um modo geral, vem do meio rural.

Os amigos não são para ali chamados, mas estão a todo o momento a ser introduzidos no programa através de mensagens particulares, ou da sua promoção ou de produtos seus. Depois, é a publicidade por conta própria que ambos fazem quer como complemento da oficial, quer como a de sua livre iniciativa.

As prendas são uma aberração, tanto pelo valor de algumas, como pela quantidade e variedade das ofertas. É ver o Miguel sempre de polegar levantado a agradecer (o quê?) ou o indicador apontado a um qualquer produto das ofertas. Não há uma lei que regula as prendas de certos cargos? Isto está tudo bem...

Em nome do humor não vale tudo. O Fernando refere-se frequentemente às duas assistentes, como as miúdas... e acrescenta muitas vezes, o mimo de... coitadinhas. O Miguel trata toda a gente da televisão como colegas e o indicativo de nosso. E muito trato popularucho com bocas ou dicas pouco a propósito.

Sobre a publicidade extra que ambos fazem... a RTP ignora isso tudo, apesar de ainda ter publicidade paga, mas essa, a do Mendes e do Miguel, é de borla. Certamente que para alguns amigos...

Quanto ao Agarra se puderes, aquilo é de tapar os ouvidos com auscultadores... ou algodão em rama. A Cristina fica histérica... Realmente, já ouvi dizer que o programa é o que ela veste e o que ela não veste... Por aí, vá lá... até estou de acordo com aqueles que gostam disso. Mas é pouco e só chega para alguns.

Para mim, já nem Mendes do Preço certo, nem Cristina do Agarra se puderes. É que nem um nem outro, têm ponta por onde se lhe pegue. Não me atreveria a opinar sobre qual deles é pior. Pois são incomparáveis e adequados para públicos diferentes. Mas não acrescentam nada a quem queira cultura ou sossego.