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afonsonunes

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O ministério privado considera que tem três grandes prioridades para consolidar a sua supremacia na sociedade portuguesa. Supremacia que não tem sido, para ele, nada de especial, visto que é sempre legítimo querer mais e mais. Mas, para a sociedade em geral, é mais ou menos visível que se faz pouco e pouco bem.

Daí que não se entenda muito bem o que é isso de identidade. Se o ministério privado não sabe quem é, eu, por exemplo, não tenho dúvidas de que sei quem é, o que tem sido, e o que ambiciona ser. E se sonha ser exemplo para alguém, é melhor procurar saber se alguém lhe quer seguir o exemplo.

Quanto ao futuro, nada melhor que tentar perceber o que será o correio da manha. Sim, o futuro, tudo o indica, estará nas mãos dos manhosos, pelo menos enquanto os deixarem serem habilidosos ao mesmo tempo. O ministério privado e o correio da manha, terão, sem dúvida, um diretor comum. Só assim haverá coordenação perfeita.

Portanto, não faz sentido falar-se de falta de meios ou falta de estatuto, num contexto de previsão da gestão. Pois é sempre possível reduzir o número de páginas para aumentar a disponibilidade de meios para agregar ou reforçar as brigadas de investigação. Aliás, mais investigação, não significa mais palha nas páginas manhosas.

Se falta estatuto é uma questão de estudo aprofundado do que se tem e do que se pretende ter. Quando já se tem demais em relação aos resultados obtidos, é imperiolso que se reduza o tamanho do estatudo. Quanto mais páginas de estatuto, mais são as páginas de resultados com muita palha descritiva.

Como a diretora geral do ministério privado parece estar de malas aviadas, só pode ter como destino a direção do correio da manha. Convém, no entanto, esclarecê-la, se é que ainda ninguém o fez, que o, ou a nova diretora geral do privado, pode optar por passar ao público, uma ou as duas instituições e estragar essa privada união.