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afonsonunes

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Talvez fosse mais correto dizer o nosso ‘Portas-aviões’ já que foi ele que nos deu a felicidade de juntar à nossa frota de três submarinos, o nosso primeiro porta-aviões. Que está ao serviço das ‘ex-portas-ções’.

Já não é possível imaginar um Portugal virado lá para fora sem lhe associar o enorme Portas. No exterior, o nosso país é cada vez mais conhecido por ‘Portasgal’. O ‘u’ que saiu dali foi para o Portucale, o reino dos sobreiros.

Que fique bem claro que a compra do porta-aviões de Portas não deu origem a quaisquer contrapartidas. Tudo indica que foi o nosso vice que impôs essa irrevogável condição de compra: não há nada para ninguém.

Consta que essa aquisição é uma das novidades que dá visibilidade à viragem anunciada por Passos Coelho. Falta esclarecer se o porta-aviões vai para junto dos submarinos no Tejo, ou se vai para a foz do Douro.

Outro dos objetivos desta viragem é o facto de Portugal ter necessidade absoluta de concretizar a ideia de Maria Luís: Estamos a fazer história. Ela traça o rumo, Passos anuncia as viragens e Portas faz as manobras.

Com o porta-aviões também vai ser assim. E o exemplo de que o país se orgulha, também virá de Portas: As manobras serão o principal. Rumo e viragens, estarão sempre condicionados às contingências das manobras.

Agora, com o fim do resgate à vista, não há troica que se meta com um porta-aviões. Ela que mande tudo o que tem a mandar antes de Maio, embora já de pouco lhe valha. O rumo, as viragens e as manobras estão aí.

E revelam que já se operou um autêntico milagre no país dos três submarinos e do ‘Portas-avião’. Por essa Europa fora, mas sobretudo na Venezuela, ´Portasgal’ é um caso de estudo que dá viragens de 360 graus.