Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

afonsonunes

afonsonunes

05 Dez, 2014

O QUOCIENTE DE ZERO

 

Começo por dizer que ainda não me dei ao trabalho de incomodar o meu intelecto com essa coisa complicada que é o quociente familiar. E digo complicada, sem conhecer o assunto pois, sinceramente, não sei o que é.

Mas sei que ele, quociente, divide dois partidos e dá como resultado, zero. O dividendo, o governo, insistiu mais uma vez em querer convencer o divisor, o PS, de que tinha obrigação de romper de vez com esta divisão.

O dividendo é chato como a bebida, pois ainda não foi desta que se convenceu de que para haver divisão com resultado positivo, tem de sair do zero e arranjar outro ponto de partida. Ou seja, um algarismo positivo.

É evidente que o divisor não quer passar pelo vexame de cair abaixo de zero para se deixar dividir. E muito menos ir na conversa de que se trataria de uma divisão entre algarismos crescidos, quando o dividendo é zero.

Ora, para ser crescido, teria sempre de estar acima da base do zero à esquerda já que, à direita, só se fosse de outro zero. E andam estes algarismos a falar de quocientes, em contas de dividir tão fantasiosas.

Aposto que todos eles são espetaculares em outras contas. Por exemplo, contas de sumir. E não sei se uma ou outra vez eles não arranjam maneiras de fazer contas de dividir, antes mesmo de fazer as de sumir.

Aí, eles entendem-se bem na questão do quociente, tal como não têm dúvidas de qual deles é o dividendo e o divisor. Porém, o que se reclama de gente mais crescida, conseguiu arrebanhar os melhores quocientes.

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.