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afonsonunes

afonsonunes

19 Jan, 2017

Oh Chico!...


O Chico de Assis, socialista que ainda se mantem agarrado à imagem e ideário de Tó Zé Seguro, veio hoje para a ribalta, aliás como vêm todos os que criticam a atual solução governativa, dando à estampa os habituais riscos da continuidade dessa governação.
Obviamente que há riscos em tudo. Mas não se fala nos riscos que o país estaria a correr com qualquer outra solução de governo. E são facilmente enumeráveis. Mas vamos aos riscos atuais. O principal, ao que os céticos nos dizem, será o fim do apoio parlamentar por rotura do Bloco e, ou, PC com o PS.
É evidente que isso um dia vai acontecer. Estranho, melhor, impossível, seria tal não acontecer. Resta saber para quando esse desenlace. Para já, se fosse amanhã mesmo, o que já foi conseguido, já valeu a pena. O próprio Presidente afirma que o país já ganhou muito do que não tinha antes.
Depois, é evidente que o país ganhou um estadista como não se vê outro na atualidade. Virtude na segurança no que diz, poder de negociação interna e externa, além do bom senso nas decisões difíceis que dão garantia de que dificilmente terá opositores que o vençam, quando o país for chamado a votos. Hoje ou amanhã.
País que já constatou como é importante ter um presidente e um primeiro-ministro, quase sempre em sintonia nos momentos importantes para decisões difíceis. Tudo bem diferente das habituais guerrinhas anteriores, que tanto abalaram a confiança nas instituições.
Bem podem os críticos zurzir com reais ou fictícias divergências entre os que formam o governo e os que o apoiam parlamentarmente. Em boa verdade, esses apoiantes constituem um travão decisivo, sempre que o governo tende a ir além dos interesses do povo.
Por sua vez, o governo já conseguiu o feito, impossível de alcançar para muitos, de trazer para as responsabilidades das decisões nacionais, partidos que nunca passavam de simples protestantes em tudo o que de bom ou mau se fazia no país.
Por essas e outras razões, sempre que aparecem chico-espertos a desenterrar fantasmas que a maioria dos portugueses já rejeitam convictamente, embora com larga propaganda numa comunicação social que dela depende, já não engana mais que àqueles que se sentem envaidecidos por lhe darem essa ilusão de importância.