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afonsonunes

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Depois de cinco anos de mentiras continuadas e à prova de qualquer negação ou contestação, os seus autores e respetivas caixas de ressonância, agarram-se agora ao que lhes resta para continuarem a ter assunto de combate àquilo que realmente os indigna, os incomoda e os irrita. A Caixa, com certeza.
São estes caixeiros sem vergonha nem emenda, que dão continuidade ao que já fizeram ao longo de muitos anos. Foram eles que inventaram e puzeram em marcha um dos maiores embustes da justiça portuguesa: o Processo Freeport, que durou anos de investigações, custou milhões ao estado e termminou vergonhosamente sem que tivesse sido atingido o seu negro objetivo.
Foram os mesmos caixeiros que, durante cinco anos, mentiram vergonhosamente antes de tomarem o poder, mentiram durante os negros quatro anos em que detiveram esse poder e continuam a mentir depois de o terem deixado, quando tudo o que há de mais mentiroso foi usado para ver se mantinham o seu mais que mentiroso poder. Basta lembrar o diabo que ainda não chegou e que, afinal, havia alternativa à austeridade.
Esses caixeiros, que desde há muitos anos não têm qualquer projeto político para o país, limitam-se a lançar lama para cima dos adversários. Ainda agora só sabem falar de Sócrates, do PS, de conluios que não concretizam e que apenas servem de cobertura para as nefastas proezas da sua caixeirice. Agora o alvo é Centeno, é Costa e até já é o presidente Marcelo. Costa que se ponha a pau que qualquer dia, terá de enfrentar uma qualquer falcatrua que o ponha nas bocas do país.
E são estes indignos caixeiros que falam agora de mentiras. Mentiras que não conhecem em concreto. Querem que lhes digam uma verdade que coincida com o seu conceito mentiroso de verdade. Eis que, depois da nova coisa chamada pós verdade, os caixeiros demonstram agora que, afinal, também existe o pós mentira.
Querem esses tristes caixeiros reincidentes na aldrabice, que os portugueses acreditem mais nas suas suspeitas, que nas palavras de quem, no desempenho das suas difíceis tarefas de governar, ainda não mentiu nos objetivos a que se comprometeu com o país.
Tristes caixeiros esses que sempre esconderam e escondem, o seu objetivo principal que era entregar a Caixa aos seus interesseiros gestores privados, como se comprovou com o BPN, O BES e o Banif. Que puseram o seu pivot, Sérgio Monteiro, a tentar vender o Novo Banco, ganhando o vencimento que tanto criticaram por se ter decidido pagar o mesmo, ao gestor que não chegou a iniciar funções.
Para a direita, as mentiras próprias são virtudes. Portas e Passos que o digam. Esta novela da Caixa e as suas pré mentiras e pós verdades, não passam de uma vergonhosa utilização de hipotéticas evidências não justificadas e demonstrativas do inconformismo que lhes tolda a razão, perante os resultados que lhes ferem o orgulho de bons mentirosos.