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afonsonunes

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16 Ago, 2014

OS ECOS

 

 

Não, não tem nada a ver com os ecologistas, nem tão pouco com os ecos dos berros que chegam às montanhas e são devolvidos. Os ecos do momento são mesmo os badamecos.

Dentro dessa espécie, escolhi os fedelhos, os presunçosos e os zés-ninguém. Porque me parecem os mais capazes de boas abordagens à ciganice. E os últimos ecos dizem isso mesmo.

Não esquecer que o país está dependente de um Pedreco, de um Passecos e de um Coelheco. E pode vir a estar à mercê de um Tozeco. Quatro badamecos, ou quatro presunçosos iguais.

As possibilidades de surgirem ciganices, que são hobbies prediletos dos badamecos, são muito maiores quando se digladiam na proporção de três para um. Cuidado com eles.

Também convém não esquecer que os três da vida airada, já se meteram na ciganice há muito tempo, enquanto o outro, não passa de um candidato. Que pode, ou não, vir a ser badameco.

O tri badameco, não se cansa de tentar seduzir o Tozeco a juntar-se a ele para dividir por quatro as ciganices de três. O tri não tem vergonha nem emenda e o tó, tem medo da reação a quente.  

O Tozeco, um insegureco compulsivo, precisa de muito tempo, para dar uma resposta que devia ter na ponta da língua. Que já a devia ter dado de vez, em lugar de tanto repetir a nega óbvia.

Com ecos destes não vamos lá. É preciso estruturar. Mas é preciso ter gente que tenha cabeça para o fazer. E o que temos são ecos de nulidades que passam o tempo a clamar por socorro.