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afonsonunes

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Ontem, quarta-feira, 17/04/19, pelas 20H00, aconteceu um feito histórico lá para os lados do grande Dragão. Obviamente porque matematicamente os -2 devem ter sido abalroados pelos +5 de ontem, deixando as coisas no resultado final da eliminatória de +3 para os azuis celeste.

Também obviamente ficam batidos vários recordes, o mais importante dos quais é a primeira vitória sobre os ingleses e logo por +5, e a seguir, à recuperação de -2 para +5, transformando em record memorável este feito apenas digno de uma reviravolta à Porto.

O que não admira mesmo nada, se considerarmos que toda esta época tem sido mesmo épica, sob o signo de sensacionais exibições e milagrosos resultados verdadeiramente à Porto. Daqui resulta que, principalmente, de há uns tempos para cá, há uma equipa maravilha que se distingue pela sua subida à liderança da liga em quase todos os fins de semana, durante algumas horas.

Claro que no jogo de ontem não correu o risco de liderar nada à condição, até porque não havia hipótese de ser um jogo de vai ou racha, mas sim e somente, um confronto de já vai para casa o rachado adversário.

Devo esclarecer que esse fenomenal encontro de ontem me passou ao lado. Não o vi, não ouvi falar dele, nem estou interessado em saber nada do que se passou no Grande Dragão. O que sei, e toda a gente sabe, é que eram, e devem ter sido, favas contadas. Quando uma equipa é tão badalada na sua coesão, na sua férrea e indómita vontade e na certeza de vencer tudo e todos, constituída por uma constelação de estrelas inigualável, está tudo dito.

E essa constelação de estrelas começa no topo da sua reluzente gestão e vai descendo pelo corpo técnico, jogadores, pessoal do estádio, sem esquecer os competentíssimos elementos da comunicação social, profissionais do clube e também todos aqueles que diariamente enchem as rádios, televisões e jornais da verdadeira grandeza dessa fantástica organização.

Chamem-lhes o que quiserem, pois os elogios ou os assobios não passam de pios de quem voa rasteiro, procurando atingir quem voa nas alturas, mesmo para lá das nuvens, onde o céu é sempre azul, mesmo enquanto cá em baixo, tudo não passa de enxurradas de lama e esterco.