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afonsonunes

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Amanhã, sábado, 13 de Janeiro, é o dia em que o Santana seca o Rio, ou o Rio afoga o Santana. Ao que parece, pelo que inunda a comunicação social, o Rio vai mesmo secar. Apesar de amanhã, ser dia 13, um dia propício a grandes anormalidades.

Tenho cá para mim, que não estou nada, mas mesmo nada ligado a nenhum deles, que o Costa, de que ambos os candidatos se têm servido para uma campanha especialmente suja e especialmente limpa de ideias, Costa, repito, deve estar a rir de ambos.

De ambos, porque ambos andam muito agarrados a um passado que não os favorece, especialmente o Santana, que não esquece aquele triste mandato de chefe do governo que lhe foi entregue de bandeja por Durão Barroso, ao desertar para Bruxelas.

O insucesso de Barroso em Bruxelas foi mais ou menos igual ao insucesso de Santana no país, nesses tristes meses em que ocupou S. Bento. Já Rio, tem algumas ideias inovadoras para o país, mas que requeriam a coragem que ainda ninguém teve.

E não me parece que um PSD partido ao meio, entre a aparente lucidez de Rio e a cabecinha tonta de Santana, venha trazer força para entrar assim de rompante e fazer história, sem cair no abismo que levou Passos e companhia à derrocada de um partido morto.

Tudo indica que até o dia 13 foi mal escolhido, embora, para mim seja um dia de sorte, mas a crença geral não partilha de igual esperança. E se o PSD tem tido o triste destino que Passos, Maria Luís e Montenegro lhe traçaram, difícil será reverter essa sorte.

Obviamente que não é a minha opinião que influencia a decisão de amanhã. E ainda bem. Mas, do mal o menos, eu preferiria um fraco Rio, a um péssimo Santana. Rio, mais sensato e conciliador, contra Santana mais radicalizado nas guerras estéreis de ontem.

Acima de tudo, que amanhã, dia 13, seja um dia de sorte para o país e para a ambição de Marcelo. Sorte para o país na medida em que os consensos ficariam mais perto, mas difícil, mesmo assim, para as ambições de Marcelo. Assim, como está agora, está bem.