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afonsonunes

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Que há polícias que são obrigados a proteger ladrões, nas mais variadas circunstâncias, julgo que já toda a gente sabe. Polícias que andam identificados e fardados, segundo as normas regulamentares.

Apesar de não haver normas para o efeito, há ladrões que andam identificados. E há polícias que os guardam, sem que apresentem qualquer identificação. Que se podem confundir com falsos polícias.

A generalidade dos cidadãos está cercada. Os seus movimentos e as suas ideias tendem a ver barreiras erguidas por uns sujeitos que são réplicas de olheiros políticos de outros tempos e com outros nomes.   

Tenho cá uma impressãozinha que destas anomalias resulta que haja muita gente que já não sabe quem são os polícias e os ladrões. Os ladrões não usam fardas, tal como os falsos polícias que os protegem.

Claro que com um pequenino esforço qualquer pessoa normal não cai nessas confusões. E então hoje em que, pela conversa, a gente topa logo quem tem o hábito de querer confundir os incautos.

Sobretudo, porque os ladrões não têm uma morada única. Exceto os que já foram arrecadados pelos verdadeiros polícias, ou andam com uma espécie de coleira numa das pernas. Chamam-lhe pulseira.

Depois, é o costume. Desloca-se a ação das fitas para outras cenas, com outros protagonistas, para outros locais. Tudo vale para confundir. Porque os reis mandam e os soldados batalham.

Acabo por não perceber se todas estas confusões são boas ou são más. Há tanta gente a viver delas e com elas… E bem recompensada, a avaliar pelo que se vê: os ricos, os riquíssimos e os seus afilhados.

 

 

 

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