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afonsonunes

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Já lhe chamaram cavaquistão mas quem não aparece esquece. Uma das razões, talvez a principal, será a falta de efetivos nos guarda-costas para acompanhar as altas individualidades. Guarda-costas e guarda-peitos.

Já sabemos quantos guarda-costas existem, mas ainda ninguém disse quantos guarda-peitos estão disponíveis. Só sabemos que há muitos polícias a proteger as costas. Mas não sabemos os que protegem a frente.

Segundo ouvi dizer, o reforço já vem a caminho. Falta muita gente em todo o lado. Mas, aí não pode faltar um, pois todos serão sempre de menos. Apesar de os donos dessas costas e desses peitos serem valentes.

Ora o que já foi cavaquistão, será agora o passistão, tendo em conta que o seu inspirador gosta de passar por ali amiudadas vezes. E, segundo disse, não tem medo de andar na rua. O grande Ruas, ainda dá muita segurança.

Seria até um gesto de solidariedade dispensar dali alguns dos guarda-costas e guarda-peitos, a outros altos dignitários do estado, que não saem à rua. O passistão é totalmente seguro nas ruas do recinto da feira.

No entanto, perto dali, o homem sem medo de andar na rua, percorre-a de mercedes, a alta velocidade, até junto de uma das portas dos fundos. O mercedes não entra porque a porta é estreita. Mas, o  passistão é seguro.

Aposto que esta alteração da denominação de cavaquistão para passistão, não foi comunicada em devido tempo a quem de direito. Daí que possa vir a ser impugnada. Ninguém gosta de perder nada. E então o cavaquistão.

Já em tempos remotos havia quem não gostasse de ouvir dizer, por terras de Ruas, quando se estava em terras de Viseu. Porque já se previa que ele trocaria Viseu por outros luxos. Até Viriato chorou ao perder essas terras.