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afonsonunes

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24 Jul, 2015

PORCOS Á SOLTA

 

Como já era de esperar a campanha eleitoral, que já nem sequer é pré, está já ao nível de abaixo de Braga. A começar pelo primeiro-ministro, que devia ser o mais elevado. E continua na sua retaguarda de subterrâneos.

Nunca se tinha ouvido alguém falar de estado islâmico nas hostes inimigas. Um porco deputado talibã do PSD, não encontrei outros nomes, julgou estar a falar de si próprio e de companheiros seus, e descaiu-se.

Falava esse tipo abjeto do líder do PS e do PS, descarregando sobre eles um sem número de impropérios que nem um porco verdadeiro teria trampa suficiente para tanto. Não há termos melhores para o classificar.

Não adianta dizer que se deve ter uma linguagem moderada para com toda a gente. Principalmente, se entendermos que qualquer porco se considera no direito de grunhir na cara de gente que só fala como gente.

Realmente esta democracia de porcos, está já a cheirar muito mal. E sobretudo está a revelar-se demasiado porca na inversão da atribuição de porcarias. É assim como quem diz: eu faço-as e depois digo que são tuas.

Dá para pensar se o novo candidato a PR que ontem falava de Braga, não terá razão ao dizer: o que é que será pior - ter um ex-primeiro-ministro preso ou ter à solta o primeiro-ministro atual. Dúvida válida. Sem dúvida.

Agora está a verificar-se que a justiça portuguesa passa meses e anos à procura por todo o mundo de indícios para justificar os seus receios. Daí que seja a justiça estrangeira a investigar aquilo que a de cá rejeita fazer.

E, curiosamente, por cá, não só a justiça ignora, ou se curva perante o que está à vista dos cidadãos, como os boateiros preferem o sensacionalismo do desconhecido, aos factos reais que têm na frente da ponta do nariz.

Isso não obsta, porém a que haja cidadãos que já prevejam a existência de uma ‘célula’ com o número 45, algures, quem sabe, em Évora. É claro que 4+5=9, noves fora nada. Mas pode já estar em obras. Tem de ser um luxo.

Apesar de ser uma célula, tem de ser suficientemente ampla para acolher quase um regimento. Completamente equipado com tudo o que há de melhor. Talvez seja necessário acabar com a célula 44. Para dar espaço.

Haja o que houver, fique por lá quem ficar, uma coisa é certa. Não se caia na asneira de meter lá deputados com línguas de porco. Qualquer célula, da mais pobre à mais luxuosa, tem de ter mínimos de limpeza ambiental.