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afonsonunes

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Nesta altura do campeonato, o governo já é, todo ele, uma central de propaganda. Mas isso não lhe chega, pois dizem que o governo é curto. Faz pois todo o sentido que tenha arranjado reforços de peso.

Daí que já faça lembrar aquelas equipas de futebol que jogam com catorze contra onze. Com a felicidade de contarem na sua equipa de propaganda, com árbitros e dirigentes de outros campeonatos.

De entre eles, destaca-se o árbitro Aníbal que, apesar de toda a sua seriedade e imparcialidade na distribuição dos penaltis, arranja sempre maneira de compensar a sua equipa com uns livres diretos.

Depois, há a propaganda fora do campo, pois o árbitro tem uma influência fatal nos recados aos adversários e nos elogios à sua equipa. É óbvio que isso tem muito a ver com a psicose de vitória.

A melhor aquisição para propaganda externa e interna foi a do chefe dos comissários Durão. Até parece que já deixou os comissários à vontade para seguir a sua própria vontade. Propaganda limpa.

Até já está a receber a mesma recompensa que os seus protegidos quando saem à rua em missões de propaganda. Por cá é tudo normal. Com assobiadelas ou cortes de palavra. Mas em Berlim…

Bem me parece que a chanceler já não entra nisso. Terá passado a missão propagandística aos seus súbditos da comissão. Talvez por já ter sido avisada por Passos, que já sabe governar (se) sozinho.