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afonsonunes

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… e não fica com a melhor parte, ou é tolo (?) ou não tem arte. Os partidos, quando no poder, sempre entenderam que devia ser assim. E sempre fizeram isso, como sendo o que melhor servia os seus interesses.

Embora, queixando-se sempre de abusos e reclamando as nomeações por competência, logo, só depois de concursos públicos. Apetece dizer que sempre foram, e são ainda, uns lírios envoltos em alva pureza.

Quem parte e reparte é, e sempre foi, o governo. De qualquer época e de qualquer partido. Havia uma espécie de pacto invisível na distribuição dos tachos. Com vantagem para quem partia e repartia, obviamente.

Depois de tanto reclamar transparência o PSD, até esse pacto rompeu, pois, desde que chegou ao pote, correu com tudo o que era PS e nunca mais, alguém que não fosse PSD e CDS teve acesso a nada.

Ora, acontece que tudo estaria perfeito se os competentes e sérios nomeados, mostrassem atributos e qualidades a condizer com a seriedade e competência de que se reclamam os únicos detentores.

Bem podem os seus aduladores, ou eles próprios, tentar dissimular, ignorar, ou ocultar as suas derivas, falando, escrevendo ou clamando por defeitos alheios, que nunca conseguirão limpar-se sujando os outros.

Aliás, nem nas grandes limpezas que têm feito ao longo do tempo, em vários campos, pretenderam sequer partir e repartir fosse com quem fosse. A única coisa que querem repartir, agora, é a responsabilidade.

Porque eles são uns valentões a tomar medidas fáceis contra quem não se pode defender. Mas são uns medricas, sempre que deviam atacar cancros nos corpos que lhes metem medo. Porque receiam que se vejam os seus.

Mas, não lhes falta coragem para falar do que não fazem. Para criticar e atacar os que não têm que os salvar. Porque não merece salvação, quem sempre quis afogar os outros. Agora, não partam nem repartam nada.