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afonsonunes

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Freitas do Amaral lembrou que só nas monarquias é que o rei podia designar o seu sucessor. Acho que foi muito bem lembrado e a propósito de poderes que vão aparecendo no ar, não se sabe com que intenções.

A menos que ainda haja por aí algum rei de Portugal e dos Algarves, que queira sucessão à sua maneira. Além de que também tem de haver príncipes que se sentem encaixados nesse reinado de boas sucessões.

Mas os tempos que decorrem são mais favoráveis a encaixotados que propriamente a encaixados. Isto para o rei e príncipes encaixáveis no seu perfil, versus, desejos. Nem o rei nem os príncipes foram aclamados.

Daí se conclui que o convencido rei de Portugal e dos Algarves, extravasou as suas atuais competências. Apesar disso, os dois príncipes, pelos vistos encantados, logo se puseram em bicos de pés para que reparassem neles.

Se fosse para as legislativas de 2015 ainda se podia arranjar lugar para os dois. Um rei e um vice-rei. Mas para as presidenciais de 2016, nada feito, porque o rei não vai querer vice nenhum. Portanto, a sucessão não pega.

O nosso rei de Portugal e dos Algarves bem podia fazer muito melhor dentro daquilo que lhe compete fazer. Logo, bem podia esquecer aquilo que não lhe compete fazer. É uma questão de aproveitar bem o tempo.

Depois, é preciso por em prática o serviço Funciona, parecido com o da EDP. O cliente paga ao mês, todos os meses, e a empresa acaba com as avarias. No serviço do rei, os clientes pagam e continua tudo avariado.

Temos de concluir que o reino de Portugal e dos Algarves, não funciona. Nem com mudança de nomes. Por exemplo, os Allgarves, onde todos mandam mais que os algarvios. Um reino de patetas e alarves? Isso, não!

Se os houvesse por lá, a gente diria que não. Mas, tal como em bruxas, que os há, há. Talvez por isso, seja o reino dos Algarves. Há um Algarve para cada algarvio. Sucessor do rei dos Algarves, como dantes, isso não!