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afonsonunes

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O MP pede entre treze e dezasseis anos de prisão para Oliveira e Costa. É evidente que estes números estão muito inflacionados, pois neste tipo de crimes a sentença vem sempre muito para baixo.

Mas há outro fator que devia influenciar a decisão final. Oliveira e Costa não fez tudo sozinho. E não foi ele o único a amanhar-se com os milhões que voaram. Sim, porque os milhões ainda voam mais que as vacas.

Portanto, o banqueiro laranja devia beneficiar de uma repartição da pena por todos aqueles a quem distribuiu gomos de citrinos monetários. Assim, os companheiros que ficaram de fora do processo, deviam solidarizar-se e assumir a vontade e o desejo de cumprir com ele a pena final.

Inédito? Sim, mas a grandeza de alma está exatamente por cada um se mostrar ao amigo como o companheiro de todas as horas. As boas já passaram. Agora, vêm aí as más. E essas, seria de toda a justiça que os beneficiados as dividissem na proporção do benefício recebido.

E o benefício foi dos milhões que voaram para contas de fácil identificação, até aos juros alaranjados que somaram muitos milhares, vista a coisa por baixo. Em boa verdade a sentença devia refletir as coisas por cima. Até porque a justiça devia começar sempre por cima.

Tal critério permitiria que Oliveira e Costa não ficasse tanto tempo sozinho. Estar sempre com os amigos, é uma virtude e não um crime. Pessoas assim, não podem ser vistas fora do contexto. É necessário que sejam tratadas com o estatuto que dá a grandeza dos milhões.

Logo, amigos e companheiros de Oliveira e Costa. Impõe-se que não deixem de fazer um pequeno sacrifício. Um anito de sombra para cada um, já dava para Oliveira e Costa não ir além de uma estadia de repouso e de cura das muitas preocupações que já viveu.

Sim, já vivem muito de boa vida, mas até nessa situação se curtem muitas preocupações. A própria divisão do bolo pelos companheiros deve ter sido um caso muito sério. Mas tudo tem a sua compensação.

Um veredito justo e normal nestes casos, será aquele que mandará todos em paz com uma sentença, maior ou menor, mas com pena suspensa por alguns anos. Já é um castigo exemplar. Imagine-se o que todos não vão sofrer, para evitar que se acabe a suspensão

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