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afonsonunes

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01 Mai, 2016

Tudo ao contrário

 

Já tenho referido aqui que a bola e a política têm muitas cumplicidades. Até porque os atores que as representam são frequentemente os mesmos. Até os que estão apenas de um dos lados são muito versáteis.

Tão versáteis que um presidente ou um treinador de um clube, bem podia ir para o comando de um partido político. A argumentação em defesa das suas ideias, quando as têm, é exatamente sempre do mesmo género.

Começo por António Costa e Luís Filipe Vieira. Podiam trocar de cargos que continuariam a ser uns ‘bonzanas’. Não atacam ninguém com impropérios e gostam de dar tudo o que não é deles, mesmo aos inimigos.

Está bem de ver que eles não são propriamente o melhor que se precisa. Mas, serão, a meu ver, os menos maus de entre aqueles que por aí andam, sobretudo a nível de cúpulas dos maiores nessas duas atividades.

Mais uma vez, Passos, o retrógrado, vem com a boca foleira de que o governo atual e quem o suporta, são forças retrógradas. Não há meio de este ‘sujeitinho’ ter uma ideia original para o país. Sobre coisas concretas.

Este Passos atrás, está para a política, como aquele presidente do FCP conhecido por Pintinho da fruta ou da segurança máxima do futebol. Ambos andam rodeados de muitos arguidos, mas continuam por aí.

Cristas é a nova estrela que entrou quando Portas saiu. Cópia? Não. Simples fotocópia e de qualidade inferior. Ela e os Nunos, são assim como o Bruno e o Jesus do SCP. Bem secundados por Octávio e Augusto Inácio.

Sem querer ir muito mais além, pois o resto são trocos, acrescentaria apenas que o futebol ficaria menos retrógrado se nele entrassem uns ares do tipo Catarina, ou à Jerónimo, mesmo com alguns espirros ocasionais.

Obviamente que não vale a pena falar de árbitros da política ou do futebol. Mesmo sabendo que lhes dão o nome de juízes. Segundo li hoje algures, muitos dos juízes, ou árbitros, decidem pela cara dos julgados.

Deve ser por causa disso que não estão presos os maiores burlões. Deve ser por isso que não ganham campeonatos os clubes que vencem em silêncio. Os que berram e insultam, mas perdem, esses são os campeões.