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afonsonunes

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27 Jun, 2015

VÁ, FORÇA!...

 

Esta aventura da Grécia e dos seus parceiros europeus não está a correr lá muito bem. Desde logo porque parece haver medo de todos os lados. E o caso não é para menos, pois o que parecia fácil acabou por ser perigoso.

E o mais fácil era mesmo mandar a Grécia dar uma volta ao bilhar grande, de cabeça baixa, envergonhada e remetida à sua ignominiosa pobreza. Afinal, o dinheiro não pode ser confrontado com quem o não tem.

Como disse o primeiro-ministro irlandês, ninguém pode contrariar a vontade de um povo. Se o querem contrariar devem dar-lhe a oportunidade de retificar as decisões anteriores. Daí o próximo referendo.

Depois de braços de ferro, ou cabeças cheias de teimosia de ambos os lados, deu-se como certa a queda do mais fraco. Até porque os mais fortes são muitos e alguns deles, mesmo muito débeis, arrotaram forte e feio.

Agora, parece haver muitas falinhas mansas, até mesmo dentro dos mais poderosos. Os outros, encolhem os ombros. A coisa está mais complicada do que parecia. E a coragem de dar o pontapé de saída está a esmorecer.

Cada um dos dezoito, começou a ver como é que fica, se a Grécia não ficar. Por mais que tivessem pensado que isso não os afetaria muito, a verdade é que os perigos reais estão a acalmar as precipitadas ameaças.

O governo grego, desesperado, estica a corda até onde pode. Os credores receiam as consequências do referendo. Fica em suspenso o resultado de tanta conversa inútil. Talvez não surpreenda se a altivez baixar a bolinha.  

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